Dia Mundial da Amamentação

O aleitamento materno é a estratégia que previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental, psíquica da criança e da mulher que amamenta

O dia 1 de agosto foi comemorado no calendário da Saúde como O Dia Mundial da Amamentação. O objetivo dessa data é promover o aleitamento materno e a criação dos bancos de leite e promover a qualidade de vida dos bebês.

A amamentação é a melhor maneira de proporcionar o alimento ideal para o crescimento saudável e o desenvolvimento dos recém-nascidos. Contudo observa-se que existe uma tendência latente ao desmame precoce e ao aleitamento misto, tornando-se um problema de saúde pública. A amamentação carece de intervenções precisas tanto dos profissionais como das politicas publicas de saúde para ao alcance de sua excelência.

O Ministério da Saúde divulgou pesquisas sobre a prevalência do aleitamento materno podendo constatar que os índices vêm aumentando, mas encontra-se aquém do resultado satisfatório. A baixa aderência ao aleitamento materno exclusivo é ainda hoje um problema que levam a necessidade de conhecer o problema tornando assim a necessidade de estratégias de melhoramento dos índices.

O aleitamento materno é a estratégia que previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental, psíquica da criança e da mulher que amamenta, como alimento exclusivo nos seis primeiros meses de vida não constituindo motivo de dúvida, sendo cada vez mais imposto à medida que suas propriedades se tornam mais conhecidas refletindo nos cumprimentos das exigências nutricionais e particularidades fisiológicas no metabolismo da criança.

A alimentação complementar deve ser no período certo após os 6 meses junto com o leite materno, deve ser adequada, segura e deve ser dada de modo apropriado. Fatores inerentes ao desmame precoce são possíveis de ser combatidos ou controlados levando a necessidade de intervenções precisas dentro de um planejamento adequado para que sejam atendidas as metas da Organização mundial de saúde para as melhorias das condições da saúde materno infantil.

Marttha Franco Ramos, Conselheira Federal de Farmácia

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