Delegado-Chefe em Guaraí, Adriano Carrasco aponta desafios da profissão

Dr. Adriano Carrasco

Administrar uma Delegacia é um trabalho de muita responsabilidade, duas então é bastante complicado, mas além de uma Delegacia muito importante, que trata sobre tráfico de drogas, crime organizado, homicídio e crimes contra a Administração Pública, o Delegado Adriano Carrasco também chefia a Delegacia Regional de Guaraí, que atua na gestão administrativa local de todas as unidades de Guaraí, Colméia, Pequizeiro, Pedro Afonso e Itacajá.

Segundo o Delegado, a 4ª DRCP “é quem organiza, na medida do possível, a estrutura, o efetivo e os serviços das unidades hierarquicamente subordinadas”, descentralizando a gestão em acordo com a administração da capital. Já a Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC), investiga crimes complexos e responde à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO). 

Desafios

Segundo o Delegado-Chefe, são desafios “fazer gestão com escassez de recursos materiais e humanos, buscando possibilitar aos demais Delegados, Policiais da base e servidores, condições dignas de trabalho, para que isso reflita em um serviço público de excelência”. Apesar disso, sente “orgulho da profissão a cada caso resolvido, a cada conquista de melhorias para as unidades policiais que administro e a cada momento em que vejo o empenho daqueles que trabalham comigo, desde os colegas Delegados até nossos colaboradores da limpeza”, compartilha.

O que fazem os Delegados?

Adriano define a profissão como “uma função pública das mais importantes, essencial à administração da Justiça Criminal, apesar de pouco conhecida pela sociedade e de pouco reconhecida pelos governos, que de um modo geral não costumam investir adequadamente em suas polícias judiciárias. Além disso, é uma profissão que exige dedicação acima da média, quase um sacerdócio”, explica.

Adriano Carrasco

Pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal, o Delegado atua no Tocantins há 9 anos, sendo anteriormente Delegado de Polícia Civil pelo Estado do Acre, por três anos. Já foi também Fiscal de Tributos e Policial Militar na cidade de São Paulo (SP). 

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