Correios podem entrar de greve a partir da próxima sexta-feira, 14

Agência dos Correios, em Palmas.

O Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafo no Estado do Tocantins (SINTECT-TO), comunicou nesta sexta-feira, 7, que os servidores da instituição vão entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima sexta-feira, 14 de junho.


O sindicato aponta como causas da greve a privatização dos Correios, o fechamento das agências, transferência de empregados e o reenquadramento involuntário de funcionários.


A diretoria do Sindicato convocou todos os funcionários filiados da sua base territorial, para se reunirem em Assembleia Geral, na quinta e sexta-feira, 13 e 14, nas cidades de Araguaína, Colinas, Guaraí, Gurupi, Paraíso do Tocantins, Palmas e Porto Nacional.


Segundo o sindicato serão discutidas e consideradas a somatória dos votos de cada assembleia, para deliberarem  sobre greve a ser deflagrada a partir das 07h30 do dia 14 de junho.


Com a greve ficam prejudicados os serviços de envio e recebimento de correspondências e encomendas, além do banco postal.


Ainda na tarde de sexta-feira, 07, a nossa equipe esteve em uma das agências dos Correios em Palmas e os funcionários se disseram surpresos com a previsão de greve. "Ainda não nos foi repassado nada", mas vamos aguardar o sindicato nos posicionar a respeito", disse um deles.

Orientação
Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) os consumidores devem buscar meios alternativos para ter acesso às suas contas, como a internet, uma vez que o não recebimento da conta pelo consumidor não adia o seu pagamento.
Já para aqueles que querem enviar ou receber encomendas a solução deve ser a utilização de empresas de transporte e entrega, que invariavelmente têm preços acima dos praticados pelos Correios.

Nacional
O movimento deve ser deflagrado em todo o Brasil. Para o dia 14 ainda estão previstas paralizações de outras categorias, como educação e até os caminhoneiros, principalmente contra a reforma da previdência que tramita no Congresso Nacional.

Confira o edital de convocação: 

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