Aterro sanitário de Palmas ganhará sexta célula para depósito de resíduos sólidos

O aterro sanitário de Palmas recebe diariamente cerca de 240 toneladas de lixo doméstico

O aterro sanitário de Palmas ganhará uma sexta célula para depósito de resíduos sólidos. A abertura da nova célula já está em andamento.  Nesta terça-feira, 03, segue em execução a escavação da célula.  As próximas etapas consistem na realização dos nivelamentos de fundo de aterro, compactação de solo, colocação de manta de impermeabilização (membrana) e drenos de chorume.

O investimento previsto para abertura desta nova célula é de R$ R$ 2.000.000,00, para custeio de maquinário e aquisição de membrana de proteção de solo.  A previsão de conclusão da nova célula é para o primeiro semestre de 2020.

O superintendente de Serviços Públicos, Adão Maia, explica que a sexta célula garantirá atividade contínua do aterro, tendo em vista que, a quinta célula, ativa no momento, estará no próximo ano se aproximando do limite de sua capacidade.

Atualmente, o aterro sanitário de Palmas recebe diariamente cerca de 240 toneladas de lixo doméstico. Considerando a célula em processo de abertura, esta terá capacidade para receber um volume estimado 34.000 toneladas, o que garantirá atividade por pelo menos quatro anos. 

A célula em atividade no momento (quinta célula) foi aberta no ano de 2016 e tem, segundo a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seisp), capacidade para 33.400 toneladas cúbicas.

O superintendente Adão Maia acrescenta que o aterro sanitário da Capital tem estrutura e área útil suficiente para abertura de mais células em um futuro próximo. “O aterro sanitário tem condições de atender Palmas por mais alguns anos, no entanto, é preciso que todos os palmenses colaborem. Realizar a separação e o aproveitamento dos resíduos sólidos recicláveis é um passo importante para prolongamento da sua vida útil”, ressalta Maia.

Como funciona?

O aterro sanitário é uma obra de engenharia com o objetivo de tratar a decomposição final dos resíduos da forma mais ambientalmente correta possível, prevenindo assim a contaminação dos lençóis freáticos. Todo o rejeito líquido, também conhecido como chorume, produzido no processo de decomposição do lixo sedimentado em taludes (elevações cobertas) é drenado para tanques de tratamento de efluente, cujos parâmetros são constantemente monitorados.

Todo o trabalho de gestão e manutenção do aterro sanitário de Palmas, o primeiro a ser construído no Tocantins e que é modelo para obras dessa natureza em outros estados e municípios, é feito pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seisp).

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