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AGRONEGÓCIO

Continuam diagnósticos da pesca artesanal no Rio Araguaia

O projeto tem como objetivo conhecer as tecnologias de petrechos de captura; embarcações; forma de pesca e conservação de pescado a bordo ao sistema pesqueiro continental do Rio Araguaia, do lado tocantinense.

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As atividades do diagnóstico realizadas pela Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Embrapa Pesca e Aquicultura e parceiros continuam nesta semana, desta terça-feira, 31 até sexta, 3, nos municípios de Xambioá e Araguanã para levantar informações sobre a pesca artesanal tocantinense no Rio Araguaia. Nesta terceira etapa, a equipe de técnicos estará nas colônias de pescadores Z-33, e Z-32, ambas na região do Bico do Papagaio. 

 

O projeto tem como objetivo conhecer as tecnologias de petrechos de captura; embarcações; forma de pesca e conservação de pescado a bordo ao sistema pesqueiro continental do Rio Araguaia, do lado tocantinense. Segundo o gerente de pesca da Seagro, Thiago Fontolan Tardivo, o levantamento servirá de suporte para ações de politicas públicas do governo do Estado. “Mais uma vez iremos a campo para dar continuidade a pesquisa e conhecer melhor essa atividade pesqueira no Estado, além de buscar as condições para fomentar a pesca tocantinense”, argumentou.

 

O levantamento é realizado em três fases de atuação: Plano de Gestão; Diagnóstico Participativo e Adaptação Tecnológica. A pesquisa acontece em 14 municípios à beira do Rio Araguaia. O Tocantins possui um total de 7.033 pescadores, em 37 colônias.  A previsão é que a pesquisa seja finalizada, em 2018. 

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A pesquisa é resultado do convênio destinado ao projeto “Conhecimento e Adaptação Tecnológica para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca no Rio Araguaia”. Na pesquisa participam a Seagro, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

 

Próximas visitas

As próximas visitas estão previstas para: Lagoa da Confusão e Pium (junho), Araguacema e Santa Fé do Araguaia (julho), Garimpinho, Pau D´arco e Caseara, e por último Formoso do Araguaia (agosto).

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AGRONEGÓCIO

Agropecuaristas e parceiros destacam importância da Rota da Pecuária para os produtores rurais tocantinenses

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Na quinta parada da Rota da Pecuária, na tarde dessa quinta-feira, 30, na Fazenda Boa Fortuna, localizada no município de Pium, agropecuaristas e parceiros destacaram a importância da Rota da Pecuária para o desenvolvimento da pecuária tocantinense. A fazenda abate anualmente 20 mil cabeças de gado, que são criados no sistema ciclo completo (cria, recria e engorda), e exporta 100% da carne para a China, empregando 90 funcionários.

Para o coordenador de agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), José Daniel Tavares, a Rota da Pecuária é uma iniciativa louvável do Governo do Tocantins para o incentivo à pecuária tocantinense. “Isso possibilita ao produtor agregar e aumentar a produtividade no agronegócio. O Sebrae é parceiro da Secretaria da Agricultura no programa Mais Genética, levando novas tecnologias para o produtor, visando à alta produção no campo”, destacou.

Para o diretor da Fazenda Boa Fortuna, Ronaldo Rabelo, que trabalha na fazenda deste o início da implantação das tecnologias, a chegada do pivô e o confinamento possibilitaram triplicar a capacidade de produção da fazenda. “E a Rota da Pecuária vem fortalecer ainda mais, mostrando e apresentando novas tecnologias para o incremento da agropecuária”, ressaltou.

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De acordo com a coordenadora comercial da empresa Frísia, Erica Lima, essa é uma ação que mostra, na prática, a realidade que temos de tecnologia e inovação. “É muito importante o produtor estar inserido nesta iniciativa. E a Frísia não poderia estar de fora, estamos consolidados e, em breve, investiremos na pecuária de corte”, afirmou.

A agropecuarista da região do Bico do Papagaio, Maria Vilela, uma das pecuaristas que acompanham as atividades de campo, explicou: “Vim participar deste projeto pecuarista muito importante. Aqui, estamos vendo tecnologia simples e avançadas, ou seja, descobrindo uma nova pecuária aqui no Tocantins”, detalhou.

Já a proprietária das fazendas Trevo, Inara Mota Machado, que utiliza o sistema de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP), “essa ação da Secretaria da Agricultura, de incentivar aos produtores, motiva ainda mais a buscar a inovação tecnológica e a estruturação da fazenda para aumentar a produtividade no campo”. 

Fonte: Agro – GOV TO

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