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Governo do Tocantins apresenta potencialidades da agricultura e da piscicultura regional para cônsul da República Árabe do Egito

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Com o objetivo de ampliar as fronteiras de negócios do Tocantins, as secretarias de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics); do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh); e da Agricultura, Pecuária e Aquicultura receberam a cônsul do Escritório Comercial da República Árabe do Egito, Nashwa Bark; e o diretor Nacional de Investimento em Aquicultura, Maurício Pessoa, em reunião com o propósito de apresentar as potencialidades do Estado. Na ocasião, foram apresentadas as capacidades logísticas do Tocantins, além das funcionalidades das cadeias produtivas da região.

Durante a reunião, foram abordados temas que mostram o Tocantins como um lugar favorável para investimentos nos setores de agricultura e piscicultura. Entre esses fatores estão as condições hidroclimáticas, ampla área para implantação de viveiros e barragens para piscicultura, além da importação e da exportação de grãos, carne bovina e fertilizantes.

A ação ocorreu nessa quarta-feira, 22, na sala de reuniões da Sics e também contou a presença da equipe técnica da prefeitura de Gurupi, que abordou os principais fatores de investimento da região, relacionados ao setor da importação.

“Essa vinda da conselheira comercial já é uma resposta positiva de um possível acordo comercial entre o Egito e o Estado do Tocantins, mas especificamente na região sul, onde temos vários produtos que são importados pelo Egito”, explicou a diretora municipal de Indústria e Comércio de Gurupi, Daniella Vitorino.

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Na oportunidade, foram debatidas possibilidades de negócios referentes à exportação de peixes, como peixes nativos amazônicos e também de grãos como o milho e a soja. Na reunião, a secretária da Semarh, Miyuki Hyashida, falou sobre o potencial do Tocantins para a atividade da piscicultura, que conta hoje com uma capacidade de produção instalada de 900 mil toneladas. “Temos aqui no Tocantins as melhores condições para se produzir qualquer peixe e o Governo do Tocantins tem buscado oferecer condições para desenvolver esta atividade”, ressaltou a secretária.

De acordo com a consulesa Nashwa Bark, o encontro abriu perspectivas para estreitar aliança comercial entre o Egito e o Tocantins. “Hoje, nós falamos sobre coisas diferentes, como a realização de melhorias na relação comercial entre o Tocantins e o Egito. Nós somos um grande importador de milho, soja e carne bovina e, por isso, discutimos possibilidades de acordos nos quais poderíamos, por exemplo, comprar esses produtos do Tocantins e em troca exportar para o Brasil itens como fertilizantes. Acredito que essa seja uma boa chance para trabalharmos juntos e ajudarmos um ao outro a melhorar nossos fatores econômicos”, destacou Nashwa Bark.

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Para o secretário da Sics, Carlos Humberto Lima, a ocasião viabilizou oportunidades para a formação de parcerias que alavanquem a presença do Tocantins no mercado internacional. “Temos grande potencial e estamos em constante desenvolvimento, fatores que atraem o olhar do mundo para a nossa região. Durante a reunião, identificamos diversos pontos que propiciam uma parceria entre o Tocantins e o Egito, no que se refere à agricultura e à piscicultura. Acreditamos que dessa forma obteremos resultados que irão fortalecer a economia de ambas as localidades. Nossa maior meta é a prospecção de investimentos de dentro e de fora do país para mudarmos a realidade socioeconômica do nosso Estado”, pontuou o gestor.

Também participaram da reunião, a secretária de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Miyuki Hyashida; o coordenador de sustentabilidade no Agronegócio da Seagro, Corombert Leão; o zootecnista da Seagro, Thiago Tardivo; o diretor da Seagro, Alexandre Godinho; e o empresário Tarik Azevedo, da empresa Pescados Piracema.

Agricultura e piscicultura foram tópicos abordados na reunião – Matheus Alcântara/Governo do Tocantins

Reunião debateu potencialidades do Tocantins – Matheus Alcântara/Governo do Tocantins

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AGRONEGÓCIO

Agropecuaristas e parceiros destacam importância da Rota da Pecuária para os produtores rurais tocantinenses

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Na quinta parada da Rota da Pecuária, na tarde dessa quinta-feira, 30, na Fazenda Boa Fortuna, localizada no município de Pium, agropecuaristas e parceiros destacaram a importância da Rota da Pecuária para o desenvolvimento da pecuária tocantinense. A fazenda abate anualmente 20 mil cabeças de gado, que são criados no sistema ciclo completo (cria, recria e engorda), e exporta 100% da carne para a China, empregando 90 funcionários.

Para o coordenador de agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), José Daniel Tavares, a Rota da Pecuária é uma iniciativa louvável do Governo do Tocantins para o incentivo à pecuária tocantinense. “Isso possibilita ao produtor agregar e aumentar a produtividade no agronegócio. O Sebrae é parceiro da Secretaria da Agricultura no programa Mais Genética, levando novas tecnologias para o produtor, visando à alta produção no campo”, destacou.

Para o diretor da Fazenda Boa Fortuna, Ronaldo Rabelo, que trabalha na fazenda deste o início da implantação das tecnologias, a chegada do pivô e o confinamento possibilitaram triplicar a capacidade de produção da fazenda. “E a Rota da Pecuária vem fortalecer ainda mais, mostrando e apresentando novas tecnologias para o incremento da agropecuária”, ressaltou.

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De acordo com a coordenadora comercial da empresa Frísia, Erica Lima, essa é uma ação que mostra, na prática, a realidade que temos de tecnologia e inovação. “É muito importante o produtor estar inserido nesta iniciativa. E a Frísia não poderia estar de fora, estamos consolidados e, em breve, investiremos na pecuária de corte”, afirmou.

A agropecuarista da região do Bico do Papagaio, Maria Vilela, uma das pecuaristas que acompanham as atividades de campo, explicou: “Vim participar deste projeto pecuarista muito importante. Aqui, estamos vendo tecnologia simples e avançadas, ou seja, descobrindo uma nova pecuária aqui no Tocantins”, detalhou.

Já a proprietária das fazendas Trevo, Inara Mota Machado, que utiliza o sistema de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP), “essa ação da Secretaria da Agricultura, de incentivar aos produtores, motiva ainda mais a buscar a inovação tecnológica e a estruturação da fazenda para aumentar a produtividade no campo”. 

Fonte: Agro – GOV TO

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