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Produtores rurais tem até sexta para renegociar dívidas do crédito fundiário

O produtor que renegociar sua dívida será beneficiado com vantagens: desconto em bônus à vista nas parcelas de 30% e pode acessar novos financiamentos.

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Os produtores rurais que compraram terra pelo Crédito Fundiário e estão pendentes junto aos agentes financeiros, poderão entregar a documentação até esta sexta-feira, 24, na Unidade Técnica Estadual (UTE), ligada a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro).  Até momento, cerca de 50% dos inadimplentes entregaram a documentação, um total de 30 associações, aproximadamente 630 famílias beneficiadas.

 

De acordo com o coordenador de Crédito Fundiário da Superintendência da Agricultura Familiar da Seagro, Gilvan Alves da Silva, as atividades de mobilização, entre os parceiros, para que os produtores aderissem à renegociação surtiram efeitos positivos. “Desde o final do ano passado, a UTE e todos os órgãos envolvidos estão empenhados com atenção especial para estes produtores, agora estamos colhendo esse resultado de adesão em torno de 30 associações e 16 individuais, sem contar os que negociaram diretamente nos bancos. Acreditamos que esse número vai aumentar esta semana”, informou.

 

O coordenador alerta ainda que, os produtores precisam entregar os documentos com urgência, pois os processos demandam tempo até ficarem prontos para envio ao banco. “Na UTE, os processos são analisados, verificados quais são as pendencias para regularização e, posteriormente enviados para os agentes financeiros até o prazo final, dia 30 de junho”, argumentou.

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Vantagens

 

Para o coordenador do Crédito Fundiário, o produtor que conseguir renegociar a sua dívida será beneficiados com algumas vantagens como: desconto em bônus à vista nas parcelas de 30%, antes eram 18%; os juros que antes eram 5,5% passaram para 2% ao ano. E ainda, os produtores podem acessar novos financiamentos rurais.

 

Resolução

 

Essas regras constam na resolução número 4.450/15, do Conselho Monetário Nacional do Banco Central, publicada em dezembro do ano passado. A resolução permite que as parcelas das dívidas vencidas, após 2012, também podem ser incluídas na renegociação, inclusive as que vão vencer até dezembro de 2016.

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AGRONEGÓCIO

Agropecuaristas e parceiros destacam importância da Rota da Pecuária para os produtores rurais tocantinenses

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Na quinta parada da Rota da Pecuária, na tarde dessa quinta-feira, 30, na Fazenda Boa Fortuna, localizada no município de Pium, agropecuaristas e parceiros destacaram a importância da Rota da Pecuária para o desenvolvimento da pecuária tocantinense. A fazenda abate anualmente 20 mil cabeças de gado, que são criados no sistema ciclo completo (cria, recria e engorda), e exporta 100% da carne para a China, empregando 90 funcionários.

Para o coordenador de agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), José Daniel Tavares, a Rota da Pecuária é uma iniciativa louvável do Governo do Tocantins para o incentivo à pecuária tocantinense. “Isso possibilita ao produtor agregar e aumentar a produtividade no agronegócio. O Sebrae é parceiro da Secretaria da Agricultura no programa Mais Genética, levando novas tecnologias para o produtor, visando à alta produção no campo”, destacou.

Para o diretor da Fazenda Boa Fortuna, Ronaldo Rabelo, que trabalha na fazenda deste o início da implantação das tecnologias, a chegada do pivô e o confinamento possibilitaram triplicar a capacidade de produção da fazenda. “E a Rota da Pecuária vem fortalecer ainda mais, mostrando e apresentando novas tecnologias para o incremento da agropecuária”, ressaltou.

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De acordo com a coordenadora comercial da empresa Frísia, Erica Lima, essa é uma ação que mostra, na prática, a realidade que temos de tecnologia e inovação. “É muito importante o produtor estar inserido nesta iniciativa. E a Frísia não poderia estar de fora, estamos consolidados e, em breve, investiremos na pecuária de corte”, afirmou.

A agropecuarista da região do Bico do Papagaio, Maria Vilela, uma das pecuaristas que acompanham as atividades de campo, explicou: “Vim participar deste projeto pecuarista muito importante. Aqui, estamos vendo tecnologia simples e avançadas, ou seja, descobrindo uma nova pecuária aqui no Tocantins”, detalhou.

Já a proprietária das fazendas Trevo, Inara Mota Machado, que utiliza o sistema de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP), “essa ação da Secretaria da Agricultura, de incentivar aos produtores, motiva ainda mais a buscar a inovação tecnológica e a estruturação da fazenda para aumentar a produtividade no campo”. 

Fonte: Agro – GOV TO

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