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Programa Aprendiz no Agronegócio do CIEE conquista a marca de mil jovens em atuação no campo

Centro de Integração Empresa-Escola aposta na capacitação e rejuvenescimento da mão de obra no setor.

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Lançado pelo Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE em 2019, o arco de aprendizagem no Agronegócio comemora uma marca importante: já são mil os jovens inseridos no programa, que visa renovar a mão de obra no campo e atender a crescente demanda do setor agrícola. O objetivo é, até o final de 2020, a abertura de mais de três mil oportunidades para os jovens nessa área.

“O agronegócio abraçou a aprendizagem, e o programa, em menos de um ano, já é uma realidade no setor”, afirma Mateus Rubiano, Supervisor de Agronegócio do CIEE. Segundo Rubiano, a tendência é que a presença do jovem na área seja cada vez maior, uma vez que a continuidade e aproveitamento do capacitado nas áreas de produção de uma agroindústria é maior do que em outros setores, como o administrativo, por exemplo. Outro ponto a ser destacado nesses mil aprendizes é a força feminina de trabalho. “Temos empresas parceiras que estão muito satisfeitas com a atuação e interesse das meninas no campo, e isso quebra um paradigma”, comenta, sobre os 35% dos contratos correspondentes a aprendizes do sexo feminino. 

O Brasil tem uma relação estreita com esse que é um dos principais propulsores da economia. No final de 2019, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou, para cima, o incremento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário. A previsão anterior, de crescimento de 0,5% em 2019, foi revisada para 1,4%. No caso de 2020, a projeção é um crescimento de 3,2% a 3,7%. Ou seja, uma área em franca expansão, que demanda cada vez mais mão de obra qualificada para atuação no campo.

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Sobre o Aprendiz Agronegócio

Os programas do CIEE voltados para o setor do agronegócio são três: Arco do Agronegócio, Mecanização Agrícola e Indústria da Carne. Com atividades práticas que vão ao encontro dos anseios das principais cadeias produtivas, os jovens aprendizes são envolvidos em todas as etapas do processo com a devida supervisão dos gestores diretos, estando aptos a realizarem as funções de forma plena ao final da capacitação. Destaque para a tecnologia presente no ramo, a chamada Agricultura 4.0, e a importância de se ter jovens em atuação – uma geração que, além de oxigenar a força de trabalho, adere facilmente a inovações.

CIEE 55 anos – Transformando vidas, construindo futuros

Desde sua fundação, há mais de 55 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente socioassistencial com a aprendizagem. Atualmente, administra o estágio de mais de  200 mil estudantes e a aprendizagem de mais de 100 mil adolescentes e jovens. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

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5 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CIEE

1 – É uma entidade de assistência social, de caráter filantrópico, sem fins lucrativos e não tem qualquer vinculação com os governos, Sistema S (Sesi, Sesc, Senai) ou entidades de classe.

2 – Promove o acesso e a integração ao mundo do trabalho a adolescentes e jovens por meio da oferta de programas de estágio e aprendizagem.

3 – É uma entidade qualificada para ministrar os encontros de capacitação socioprofissional a aprendizes.

4 – É mantida por contribuições de empresas e órgãos públicos parceiros nos programas ofertados. Nada é cobrado dos jovens e adolescentes beneficiados.

5 – É dirigido com um conselho composto por educadores, profissionais liberais e empresários, todos voluntários.

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AGRONEGÓCIO

Encontro sobre silvicultura sustentável apresenta o potencial do Tocantins para investimentos no setor

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“O Tocantins possui potencial para as diversas cadeias da silvicultura, um ambiente natural para plantio de novas áreas nessa atividade, na produção de madeiras, móveis e celulose. Para tanto, buscamos as regulamentações ambientais para que o produtor possa plantar e gerar renda”, disse o secretário da secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), Jaime Café, na abertura do seminário “Silvicultura: perspectivas para o mercado madeireiro”. O evento ocorreu nesta quarta-feira, 8, no auditório da Defensoria Pública do Tocantins, em Palmas.

Uma realização do Governo do Tocantins, por meio da Seagro, com parceria da Universidade Estadual do Tocantins e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Tocantins), o seminário contou com a presença de cerca de 60 pessoas, entre produtores, acadêmicos, técnicos e silvicultores. 

O palestrante, João Augusto da Silva, da empresa goiana (Mudas Nobre), fez uma explanação sobre a cultura do mogno africano, explicando o passo a passo do plantio, como alcançar melhor produtividade, adubação, controle de pragas e espaçamentos. “O plantio aqui no Tocantins deve aumentar muito nos próximos anos, o Estado possui todas as características para essa atividade, precipitação acima de 1.500mm ao ano, calcário, preços de terras acessíveis e fácil escoamento. Isso possibilita ao produtor um custo menor”, enfatizou.

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Produtor

Um dos participantes, Marcos Garcia, é silvicultor e trabalha com reflorestamento de pequi e eucalipto. “Atualmente, tenho uma área de 92 hectares, onde cultivo essas duas culturas. No caso do pequi fazemos o replantio nas áreas, juntamente com o plantio natural dos pequizeiros, contribuindo assim para o cultivo natural dessa espécie, muito comum no Estado”, disse ele, acrescentando que a expectativa futura é explorar a essência da cultura do eucalipto.

Já o produtor, Neiçon Gomes, município de Almas, região sudeste disse que investe no sistema de produção Integração Lavoura/Pecuária/Floresta (ILPF), numa área de 15 hectares. “Nesta área cultivamos mangaba, mogno, baru e eucalipto, juntamente com a criação de gado de corte, dessa forma, estamos promovendo uma produção sustentável e ao mesmo, tempo gerando renda na fazenda”, explicou.

Palestrantes fala da cultura do mogno para silvicultura – Wilson Rodrigues/Governo do Tocantins

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