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Ruraltins ministra palestra para produtores de mandioca em Figueirópolis

A palestra integra uma das ações do Governo para fomentar a cadeia produtiva no Tocantins, com foco na produção de farinha junto às associações de produtores.

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O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) promove nesta terça-feira, 19, uma palestra sobre associativismo para os produtores de mandioca de Figueirópolis, região Sul do Estado.

 

A palestra integra uma das ações do Governo, por meio dos órgãos parceiros, para fomentar a cadeia produtiva no Tocantins, com foco na produção de farinha junto às associações de produtores.

 

De acordo com o gerente de Associativismo e Cooperativismo do Ruraltins, Milton Queiroz, a palestra visa esclarecer os trâmites na formação de uma associação. “É uma palestra motivacional onde iremos destacar os caminhos que os produtores devem percorrer e as vantagens de se organizarem”, disse o gerente.

 

Ainda de acordo com Milton Queiroz, para fomentar a cadeia produtiva da mandioca serão ativadas as casas de farinha do Estado, sendo uma delas, a de Figueirópolis. “Para isso, além da palestra serão desenvolvidas outras atividades como, diagnóstico da infraestrutura, levantamento da situação ambiental das casas de farinhas e das limitações do sistema produtivo local, reunião com produtores, dentre outras”, acrescentou.

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Parceiros

A revitalização de casas de farinha e o desenvolvimento da produção da mandioca no Estado são coordenados pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Atualmente existem 37 casas de farinha ativas no Estado.

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AGRONEGÓCIO

Agropecuaristas e parceiros destacam importância da Rota da Pecuária para os produtores rurais tocantinenses

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Na quinta parada da Rota da Pecuária, na tarde dessa quinta-feira, 30, na Fazenda Boa Fortuna, localizada no município de Pium, agropecuaristas e parceiros destacaram a importância da Rota da Pecuária para o desenvolvimento da pecuária tocantinense. A fazenda abate anualmente 20 mil cabeças de gado, que são criados no sistema ciclo completo (cria, recria e engorda), e exporta 100% da carne para a China, empregando 90 funcionários.

Para o coordenador de agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), José Daniel Tavares, a Rota da Pecuária é uma iniciativa louvável do Governo do Tocantins para o incentivo à pecuária tocantinense. “Isso possibilita ao produtor agregar e aumentar a produtividade no agronegócio. O Sebrae é parceiro da Secretaria da Agricultura no programa Mais Genética, levando novas tecnologias para o produtor, visando à alta produção no campo”, destacou.

Para o diretor da Fazenda Boa Fortuna, Ronaldo Rabelo, que trabalha na fazenda deste o início da implantação das tecnologias, a chegada do pivô e o confinamento possibilitaram triplicar a capacidade de produção da fazenda. “E a Rota da Pecuária vem fortalecer ainda mais, mostrando e apresentando novas tecnologias para o incremento da agropecuária”, ressaltou.

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De acordo com a coordenadora comercial da empresa Frísia, Erica Lima, essa é uma ação que mostra, na prática, a realidade que temos de tecnologia e inovação. “É muito importante o produtor estar inserido nesta iniciativa. E a Frísia não poderia estar de fora, estamos consolidados e, em breve, investiremos na pecuária de corte”, afirmou.

A agropecuarista da região do Bico do Papagaio, Maria Vilela, uma das pecuaristas que acompanham as atividades de campo, explicou: “Vim participar deste projeto pecuarista muito importante. Aqui, estamos vendo tecnologia simples e avançadas, ou seja, descobrindo uma nova pecuária aqui no Tocantins”, detalhou.

Já a proprietária das fazendas Trevo, Inara Mota Machado, que utiliza o sistema de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP), “essa ação da Secretaria da Agricultura, de incentivar aos produtores, motiva ainda mais a buscar a inovação tecnológica e a estruturação da fazenda para aumentar a produtividade no campo”. 

Fonte: Agro – GOV TO

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