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Marcelo quer ser candidato ao Senado, mas Brito quer volta ao Palácio

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Blog do Márcio Rocha

Marcelo Miranda já foi eleito três vezes governador do Tocantins e acabou cassado nas últimas duas, além de ter perdido a vaga para senador conquistada nas urnas em 2010 para Vicentinho Alves por estar inelegível

Senado

O ex-governador Marcelo Miranda (MDB) não esconde de ninguém que quer ser candidato ao Senado no pleito de 2022.

Família

Sua esposa, a deputada federal Dulce Miranda (MDB) concorda e seus filhos também concordam, pois seria uma maneira da família ficar junta na maior parte do tempo, em Brasília-DF.

Brito

O ex-deputado e ex-secretário todo poderoso Brito Miranda (MDB), pai de Marcelo, no entanto, discorda e pediu ao filho uma “última alegria”, uma vez que ele já sente o peso da idade aos 87 anos: subir novamente a rampa do Palácio Araguaia.

Indeciso

O fato é que Marcelo ainda não decidiu ao que será candidato e por isso mesmo não iniciou as suas andanças pelo estado para ‘consultar as bases’ como é de costume para todos os políticos que têm planos de ascender ao poder.

Barreiras

Candidato ao Senado ou ao Governo do Estado Marcelo terá que submeter seu nome às urnas e mesmo se vier a ser aprovado pelo sufrágio ainda terá que tentar não ser cassado e nem ter a candidatura rejeitada, como ocorreu em 2009, 2010 e 2018.

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Vice

Nos bastidores o ex-prefeito de Gurupi Laurez Moreira (sem partido) se articula para ser o vice de Marcelo em uma eventual disputa ao governo do estado.

Cenário

Um dos principais óbices entre Marcelo e a sua “volta ao Araguaia” será o vice-governador Wanderlei Barbosa (sem partido) que até o pleito de 2022 deve entrar no lugar do atual governador Mauro Carlesse (PSL), que será candidato ao Senado ou mesmo à Câmara Federal.

A máquina

Quem vive no Tocantins há 20 anos ou mais sabe bem a diferença que a máquina pública faz para um candidato. Então, que ninguém duvide da força de Wanderlei caso ele realmente assuma as rédeas do Araguaia a partir de abril de 2022.

Mais um

Uma terceira chapa está sendo construída entre os ex-prefeitos Ronaldo Dimas (PODE), Carlos Amastha (PSB) e o senador Eduardo Gomes (MDB).

Chances

A chance do nome do próximo governador e senador do Tocantins não estar entre os citados acima é praticamente nula.

Kátia

O único nome que ainda poderá ser incluído a depender dos próximos desdobramentos é o da atual detentora da vaga do senado que vai estar em disputa no ano que vem, Kátia Abreu (PP).

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TCU

Kátia, entretanto, está mais inclinada a aceitar uma vaga de ministra no Tribunal de Contas da União, que é vitalícia, o que na prática a deixaria fora da disputa.

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Comissão de impeachment vai acelerar prazos para impedir que Carlesse volte

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Acelerar

Um deputado estadual que faz parte da Comissão Especial de Impeachment responsável por recomendar ou não a cassação definitiva do governador afastado Mauro Carlesse (PSL) disse à coluna que pretende acelerar os prazos internos, sem prejuízo para os prazos do réu.

Todos contra Carlesse

“O interesse da população é pela cassação, consequentemente da Assembleia e do Governo em exercício também”, afirmou o parlamentar, que disse que todos os prazos de defesa serão respeitados para evitar contestações na justiça ou gerar nulidades.

Prazo

Carlesse pode voltar ao cargo caso não seja cassado até o dia 20 de abril quando encerra o prazo de seis meses do seu afastamento pelo Superior Tribunal de Justiça.

Renúncia

Alguns políticos têm defendido a ideia de que Carlesse vai renunciar até o dia 1º de abril, antes mesmo de ter a possibilidade de voltar ao poder.

Sentido

Ele faria isso primeiramente para o seu processo que está no STJ ser enviado para a primeira instância, aqui no Tocantins mesmo. Em segundo lugar pela possibilidade de ser eleito deputado federal e voltar a ter foro privilegiado, para com isso tentar que os processos prescrevam sem julgamento do mérito.

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Balança

Quem tiver interesse na cassação de Carlesse não conte com essa possibilidade, pois se ele vislumbrar que pode voltar ao poder, pois para muitos mais valem oito meses como governador que 48 como deputado federal.

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