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PF combate fraudes na compra e registro de armas no estado do Rio

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A Polícia Federal deflagrou hoje (20) a Operação Ópla.  É para apurar a prática de crimes de fraude na compra e registro de armas no estado do Rio de Janeiro. Os agentes investigam ainda o comércio ilegal de armas de fogo.

Cerca de 60 policiais federais estão nas ruas para cumprir 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Rio das Ostras, na Região dos Lagos. Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

As investigações começaram em 2020 quando foram identificadas “inconsistências em requerimentos de aquisição e registro de armas de fogo no âmbito da Delegacia de Polícia Federal em Macaé/RJ”, explicou a PF.

Compra fraudulenta

Depois de amplo trabalho investigativo, os agentes concluíram que um despachante teria reunido laranjas para aquisição fraudulenta de armas. Conforme as apurações, para ceder os dados, cada um recebia R$ 1 mil. Após essa etapa, de posse do registro da arma de fogo, o despachante apagava a numeração e desviava o armamento para o crime organizado na Região dos Lagos.

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Segundo a PF, a investigação vai prosseguir para “apurar e identificar a amplitude da organização criminosa, bem como o envolvimento de outras pessoas na prática dos crimes de falsidade ideológica e comércio ilegal de armas de fogo”.

A Polícia Federal informou que a palavra Ópla, que denomina a operação, significa armas em grego.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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Ataque hacker deixa serviços da prefeitura do Rio fora do ar

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A prefeitura do Rio informou na noite desta segunda-feira (15), por meio de nota, que a Empresa Municipal de Informática e Planejamento (IplanRio) prossegue trabalhando para normalizar o sistema do Datacenter que sofreu uma ação hacker na madrugada de hoje.

De forma preventiva, o portal da prefeitura e o Carioca Digital, assim como todos os seus serviços, foram retirados do ar para preservar os dados. O serviço Táxi Rio também foi afetado, desde cedo, deixando pacientes de hemodiálise e outros tratamentos que dependem do serviço sem ter como ir para as unidades de Saúde.

Os principais serviços prestados à população no Centro Administrativo São Sebastião, na Cidade Nova, também ficaram fora do ar e sem condições de atendimento ao público.

“A prefeitura pede a compreensão dos cariocas e ressalta que os servidores da Iplan estão trabalhando para minimizar o impacto e fazer com que o sistema volte a sua normalidade o mais rápido possível”, informou a prefeitura.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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