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O candidato ao Senado tem atuação em propostas sobre crédito rural, perdas climáticas, agroindustrialização, produção sustentável e pesca artesanal.

 

De quem planta e cria a quem transforma e comercializa. A defesa de quem produz, trabalha e movimenta a economia no campo está entre as principais frentes da atuação parlamentar do deputado federal e candidato ao Senado Eli Borges (Republicanos).

Agropecuarista de profissão, conforme registro oficial da Câmara dos Deputados, Eli Borges tem construído sua atuação no Congresso a partir de pautas que impactam diretamente a vida de produtores rurais, agricultores familiares, empreendedores do agronegócio e trabalhadores das cadeias produtivas ligadas ao campo.

Na Câmara, sua atuação passa especialmente pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, colegiado responsável por discutir temas como agricultura, pecuária, crédito e seguro rural, abastecimento, pesca, aquicultura, agricultura familiar e desenvolvimento do campo.

Para Eli, fortalecer o agro significa criar condições para que o produtor tenha crédito, segurança, proteção diante das adversidades e capacidade de agregar valor ao que produz.

Quando o clima destrói a produção, a dívida continua

Um dos temas que estão no centro da atuação de Eli Borges é a proteção dos produtores diante das perdas provocadas por eventos climáticos.

O deputado é relator do Projeto de Lei 1.194/2026, que prevê a prorrogação automática de operações de crédito rural quando a produção for atingida por eventos climáticos adversos.

A proposta parte de uma realidade enfrentada por produtores de diferentes regiões do país: uma seca severa, uma enchente ou outro fenômeno climático pode comprometer uma safra inteira, mas o financiamento utilizado para produzir continua existindo.

Como relator, Eli Borges analisa a proposta e apresenta seu parecer à Comissão de Agricultura.

A defesa de condições adequadas de financiamento também aparece em sua atuação sobre o Projeto de Decreto Legislativo 173/2026. Ao discutir a matéria, o parlamentar criticou obstáculos que possam dificultar o acesso dos produtores ao crédito.

“Quem produz precisa ter segurança para investir. O produtor não pode ser abandonado justamente no momento em que enfrenta uma dificuldade que não provocou. Precisamos garantir crédito, segurança jurídica e condições para que ele continue produzindo”, afirma Eli Borges.

Do campo para a indústria: mais emprego e riqueza no Tocantins

Para Eli Borges, o Tocantins tem potencial para dar um passo além na produção agropecuária: transformar mais aquilo que produz.

O deputado recebeu a relatoria do Projeto de Lei 3.927/2024, que estabelece critérios para a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos a empresas do setor agroindustrial.

A proposta dialoga diretamente com uma das oportunidades estratégicas do Tocantins: ampliar a instalação de agroindústrias e fazer com que parte maior da riqueza gerada pelo campo permaneça no próprio estado.

Em vez de apenas produzir e enviar matéria-prima para outras regiões, o Tocantins pode avançar no beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos com maior valor agregado.

Na prática, isso significa potencial para gerar novos negócios, empregos e arrecadação nos municípios, além de criar mercados para os próprios produtores.

“O Tocantins não pode ser apenas um grande produtor de matéria-prima. Precisamos transformar, industrializar e agregar valor ao que sai das nossas propriedades. É assim que o campo gera ainda mais emprego e renda para o nosso estado”, defende Eli.

Pequenos produtores também estão na agenda

A atuação de Eli Borges também alcança os pequenos produtores e as cadeias produtivas sustentáveis.

O deputado é relator do Projeto de Lei 1.514/2026, que institui o Programa Nacional de Reconhecimento e Valorização de Produtos Sustentáveis.

A proposta cria mecanismos de reconhecimento, assistência e apoio às cadeias produtivas sustentáveis, incluindo atividades desenvolvidas por pequenos produtores.

A medida pode abrir novas oportunidades de comercialização e valorizar produtos produzidos com práticas responsáveis, aproximando sustentabilidade e geração de renda.

No Tocantins, essa discussão ganha importância pela presença de agricultores familiares, extrativistas e pequenos produtores que participam da economia dos municípios e têm papel relevante no abastecimento local e na preservação do Cerrado.

Pesca artesanal também entra no radar

A defesa das cadeias produtivas do campo não termina na agricultura e na pecuária.

Em maio de 2026, Eli Borges apresentou uma emenda ao Projeto de Lei 145/2026, relacionado ao reconhecimento das mulheres que trabalham na pesca artesanal.

A iniciativa alcança mulheres que atuam em diferentes etapas da cadeia, da captura ao beneficiamento e à comercialização do pescado.

No Tocantins, a atividade tem importância econômica e social em comunidades que vivem próximas a rios, lagos e reservatórios. A pesca artesanal e a aquicultura representam trabalho, renda e alimento para muitas famílias.

Uma agenda que olha para todo o campo

A atuação de Eli Borges busca alcançar diferentes realidades do setor produtivo: do grande produtor ao agricultor familiar; da propriedade rural à agroindústria; do produtor ao pescador artesanal.

A lógica, segundo o parlamentar, é fortalecer toda a cadeia.

Isso envolve facilitar o acesso ao crédito, proteger o produtor diante das perdas climáticas, garantir segurança para investir, estimular a industrialização, valorizar a produção sustentável e criar condições para que novas oportunidades econômicas surjam dentro do próprio Tocantins.

“Defender o agro é defender quem acorda cedo, enfrenta as incertezas do clima, gera empregos e coloca alimento na mesa das famílias. É defender o produtor, o trabalhador, a indústria, o comércio e toda uma cadeia que movimenta o Tocantins”, afirma Eli Borges.

Um projeto de futuro para o Tocantins

Ao apresentar sua candidatura ao Senado Federal, Eli Borges coloca a experiência acumulada na Câmara à disposição de uma agenda que considera estratégica para o desenvolvimento do Tocantins.

Com território, produção, recursos naturais e capacidade de expansão, o estado reúne condições para ampliar sua participação no agronegócio brasileiro e, principalmente, transformar esse potencial em mais empregos, renda e oportunidades para os tocantinenses.

Para Eli Borges, o desafio agora é fazer com que a força de quem produz no Tocantins tenha ainda mais voz em Brasília.

“Eu acredito na força do nosso produtor, na capacidade do nosso estado e no potencial que o Tocantins tem para crescer. Quero levar essa voz para o Senado e continuar trabalhando para que quem produz tenha respeito, segurança e oportunidade para crescer”, conclui.