“Diga Sim à Prevenção”
LBV lança campanha de combate à dengue com recado das crianças: “Diga Sim à Prevenção”
O Brasil enfrenta um aumento alarmante nos casos de dengue em 2024, com mais de mil óbitos registrados nas primeiras treze semanas do ano, de acordo com dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde.
Essa estatística coloca 2024 como o terceiro ano com maior número de mortes desde o início da série histórica em 2000, demonstrando a urgência de medidas preventivas e educativas.
A Legião da Boa Vontade (LBV) lança a campanha “Diga Sim à Prevenção” para envolver ativamente a população na luta contra a dengue e intensifica seus esforços educativos em suas Escolas e Centros Comunitários em todo o país, visando conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da prevenção da doença.
Com o objetivo de promover hábitos saudáveis e eliminar criadouros do mosquito Aedes Aegypti, as crianças e os adolescentes atendidos pela Instituição deixam uma mensagem motivadora: “Vamos juntos derrotar a dengue!”.
Em quase 75 anos de atuação, a LBV reitera seu compromisso em trabalhar em prol do bem-estar e qualidade de vida das crianças e dos adolescentes brasileiros e destaca a importância da colaboração de todos na prevenção da dengue.
Para mais informações sobre as ações da Legião da Boa Vontade e como colaborar com a campanha “Diga Sim”, acesse o site www.lbv.org ou doe pelo Pix: [email protected].
Em Pauta
Carlos Veloso testa força fora do púlpito e carrega desgaste da passagem pela prefeitura de Palmas
A pré-candidatura ao Senado de Carlos Veloso parte de um ativo claro: a ligação com a Assembleia de Deus Nação Madureira e o grupo liderado pelo pastor Amarildo, com presença organizada em diversas regiões do Tocantins. É uma estrutura que garante alcance, mobilização e voto fiel em um estado onde o segmento evangélico tem peso relevante no eleitorado.
Mas esse não é o único elemento em jogo.
Veloso chega à disputa carregando a memória de sua passagem pela Prefeitura de Palmas, ainda que breve. O período em que assumiu o comando do município, após o afastamento judicial do prefeito Eduardo Siqueira Campos, deixou marcas políticas que não desapareceram por completo. As mudanças promovidas no primeiro escalão e decisões administrativas tomadas naquele intervalo abriram um desgaste dentro do próprio grupo que o elegeu.
A ruptura com Eduardo reorganizou o cenário. Veloso saiu da interinidade com menos espaço político do que tinha ao entrar. O afastamento do núcleo principal da gestão e o esvaziamento de sua estrutura na vice-prefeitura são lidos, nos bastidores, como sinal de perda de influência.
Ao mesmo tempo, o próprio Veloso sustenta outra narrativa. Alega que assumiu por imposição legal e que as decisões adotadas foram técnicas, não políticas. Essa versão dialoga com parte do eleitorado que tende a valorizar a ideia de cumprimento institucional, mas não elimina a percepção de conflito interno que marcou o episódio.
A questão central da pré-campanha passa por aí: qual memória prevalece.
De um lado, há a força do segmento religioso, com capacidade de organização e presença territorial. De outro, existe o histórico recente na administração municipal, que ainda é citado em avaliações políticas sobre sua atuação.
Além disso, Veloso não entra sozinho na disputa pelo eleitorado evangélico. Há outros nomes em construção com identidade semelhante, o que tende a fragmentar esse campo e reduzir a margem de vantagem que, em tese, poderia ter.
No plano estadual, o desafio é ampliar o alcance. A eleição ao Senado exige densidade além de bases segmentadas. Isso passa por discurso, presença pública e articulação com outros grupos políticos — pontos em que Veloso ainda aparece de forma discreta.
A aposta, até aqui, parece concentrada na capilaridade da igreja e na capacidade de transferência de votos dentro dessa rede. Resta observar se esse capital será suficiente para sustentar uma candidatura competitiva em um cenário mais amplo e disputado.
No fim, a equação é direta: Veloso precisa transformar uma base organizada em votação estadual consistente, enquanto administra um passado recente que ainda divide opiniões dentro do próprio campo político.
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