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Secretário da Segurança do Tocantins visita CICCE da Paraíba

O secretário de Segurança do Tocantins, Luciano Cruz, visitou o Centro Integrado de Comando e Controle da Paraíba (CICCE) em 29 de junho de 2026 para conhecer soluções de videomonitoramento, despacho operacional e integração entre forças de segurança. A iniciativa integra a agenda que antecede a reunião do Consesp em João Pessoa.

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Secretário Luciano Cruz realiza visita técnica ao CICCE da Paraíba

O secretário da Segurança Pública do Tocantins, Luciano Cruz, realizou nesta segunda-feira, 29 de junho de 2026, uma visita técnica ao Centro Integrado de Comando e Controle do Estado da Paraíba (CICCE), em João Pessoa.

Objetivo da agenda

A visita fez parte da programação institucional que antecede a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), realizada ao longo desta semana na capital paraibana.

Soluções tecnológicas apresentadas

Secretário Luciano Cruz realizou visita técnica ao CICCE da Paraíba

Durante a apresentação, a equipe do CICCE demonstrou as principais ferramentas empregadas pela Paraíba para monitoramento e integração das forças de segurança. Entre os sistemas exibidos estão:

  • Sistema estadual de videomonitoramento com câmeras inteligentes que incluem reconhecimento facial e leitura automática de placas de veículos (OCR).
  • Sistema próprio de despacho operacional, responsável pelo gerenciamento em tempo real das viaturas em serviço 24 horas por dia.
  • Estrutura de radiocomunicação que permite contato direto entre o Centro Integrado e policiais em atuação em todo o estado.
  • Plataforma de coleta e cruzamento de informações sobre veículos, com dados de placas, modelos e características para apoiar localização e recuperação de automóveis furtados ou roubados.
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Integração entre órgãos e intercâmbio de experiências

A demonstração ressaltou a integração operacional entre as forças e o compartilhamento de dados entre órgãos de segurança. A troca de experiências entre estados foi destacada como instrumento para aperfeiçoar políticas públicas e ações de resposta a ocorrências.

Ao final da visita, o secretário Luciano Cruz afirmou que conhecer iniciativas consolidadas contribui para o aperfeiçoamento das ações no Tocantins. “Foi uma oportunidade muito importante para conhecer soluções tecnológicas que já apresentam resultados positivos na Paraíba. São ferramentas que fortalecem a integração entre as forças de segurança, qualificam o atendimento às ocorrências e ampliam a capacidade de monitoramento e resposta.”

Sistemas avançados de monitoramento foram demonstrados

Contexto institucional

A visita ocorreu em João Pessoa como parte da agenda do secretário durante a reunião do Consesp, fórum que reúne gestores de segurança pública de todo o país para discutir estratégias, políticas públicas e ações integradas.

As imagens da visita foram divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública do Tocantins.

Estado

MPTO investiga rompimento de barragem no Rio Dueré

O Ministério Público do Tocantins abriu investigação sobre o rompimento de uma barragem no Rio Dueré, em Formoso do Araguaia. Foram determinadas notificações à Aproeste, ofício ao Naturatins e vistoria técnica do Caoma para avaliar danos ambientais e verificar aplicação de recursos.

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MPTO apura rompimento de barragem no Rio Dueré e determina medidas

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) abriu apuração sobre o rompimento de uma barragem localizada no Rio Dueré, no município de Formoso do Araguaia, após a circulação de um vídeo nas redes sociais que mostra o colapso da estrutura e os impactos na área.

As imagens divulgadas apontam danos em estruturas de gabião e em vigas de ferro, além de intenso processo erosivo nas margens do rio, com potencial risco estrutural e alterações no fluxo hídrico.

Medidas determinadas pelo MPTO

O promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, titular da Promotoria de Justiça Regional Ambiental da Bacia do Alto e Médio Araguaia, determinou uma série de providências para apurar as circunstâncias do incidente e mensurar os danos.

  • Notificação à Associação dos Produtores do Sudeste do Tocantins (Aproeste), responsável pelo empreendimento, para apresentação de informações sobre o modelo contratual de financiamento e execução da obra.
  • Solicitação à Aproeste dos projetos de engenharia e ambientais, relação dos responsáveis técnicos, registros de responsabilidade técnica (ART) e relatórios de monitoramento ambiental.
  • Ofício ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) para envio dos relatórios de segurança da barragem, avaliação das causas do rompimento e diagnóstico dos danos ambientais.
  • Requisição ao Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (Caoma) do MPTO para realização de vistoria técnica no local e avaliação da compatibilidade dos estudos e projetos com o empreendimento.
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Investigação e alcance das apurações

A estrutura já era objeto de inquérito civil que apura possíveis irregularidades no processo de licenciamento ambiental. Com o novo fato, o MPTO ampliou a coleta de documentos e informações para identificar responsabilidades e verificar as medidas adotadas para reduzir os impactos ambientais.

O pedido de informações à Aproeste inclui também um diagnóstico sobre as causas do rompimento e as providências já implementadas pela entidade para mitigar os danos.

Ações do Naturatins e vistoria técnica

O Naturatins foi oficiado para encaminhar os relatórios de segurança da barragem e informações sobre o acompanhamento do licenciamento ambiental. O órgão deverá adotar as medidas de fiscalização e as sanções administrativas que entender cabíveis.

O Caoma realizará vistoria técnica no local para mensurar os danos ambientais, avaliar a compatibilidade dos projetos de engenharia com a obra e analisar a relevância da barragem para o sistema de gerenciamento hídrico da Bacia do Rio Formoso.

Recursos envolvidos

O MPTO também investiga a correta aplicação dos recursos públicos associados ao empreendimento. A execução específica do barramento e de suas estruturas elevatórias está estimada em aproximadamente R$ 1,5 milhão, valor que integra um contrato mais amplo, de cerca de R$ 29 milhões, destinado à implantação de intervenções hídricas e projetos de irrigação na região.

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As medidas visam tanto responsabilizar eventuais responsáveis quanto garantir a reparação e a proteção ambiental das áreas afetadas.

Texto: Lidiane Moreira/Dicom MPTO

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