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Sintras-TO rebate governo que ameaças não irão amedrontar servidores e não adianta se fazer de desentendido sobre a greve

Documento que o sindicato teve acesso e que foi expedido pela gestão aos superintendentes e diretores das unidades hospitalares, o governo menciona sobre corte de ponto e processos administrativos.

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Em resposta ao ofício de nº 6.607/2016, recebido do governo do Estado, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Tocantins – SINTRAS-TO, rebate ao governo que ameaças não irá amedrontar servidores e não adianta o governo se fazer de desentendido sobre a lei da greve.

 

O presidente do Sintras, Manoel Pereira de Miranda, pontua que o Estado não tem capacidade técnica na condução e aplicação da lei da greve, pois, o movimento paredista da categoria está dentro das normas da legislação e que todas as ações da greve são realizadas com total responsabilidade e exclusividade para cobrar os direitos dos profissionais da saúde enquanto servidor público do Tocantins.

 

No ofício resposta, Manoel Miranda diz ainda que o sindicato tentou de todas as formas negociar com o governo o pagamento da data-base, mas, o silêncio dos gestores estaduais resultou na paralisação dos serviços nas unidades hospitalares.

 

“Nós não queríamos chegar nesse ponto, ninguém quer greve, mas não tivemos outra opção, pois nas tentativas de negociação o governo não apresentou nenhuma proposta acessível a categoria, o que fez gerar total insatisfação dos profissionais e o início do movimento paredista, que afinal era o último recurso dos servidores para garantir o recebimento da data-base”, retrata o presidente Manoel.

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Ele garante que os serviços essenciais estão sendo mantidos normalmente, pois os  grevistas têm se organizado nas escalas para dar continuidade a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis dos pacientes, ou seja, os serviços de urgência e emergência.

 

Quanto aos serviços que não trazem riscos eminente de morte aos pacientes, como ambulatoriais e eletivos, estes atendimentos estão sendo realizados conforme exige a lei da greve.

 

Ameaças

No memorando/circular de nº 31, documento que o sindicato teve acesso e que foi expedido pela gestão aos superintendentes e diretores das unidades hospitalares, o governo menciona sobre corte de ponto e processos administrativos.

 

Sobre estes assuntos a direção do sindicato reforça que qualquer penalidade ou processo administrativo decorrente da greve dos servidores da saúde, a assessoria jurídica do sindicato utilizará de todos os meios cabíveis para defender os filiados e representados do SINTRAS.

 

“Não adianta o Estado ameaçar os servidores com objetivo de enfraquecer o movimento, pois essa estratégia será mais um impulso para crescimento de revolta da categoria e a continuidade da greve até o governo se posicionar de forma coerente com os anseios da categoria”, disse o presidente Manoel Miranda.

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Prejuízos

A direção do sindicato afirma que não é o movimento que vem trazendo transtornos à população, mas, a falta de leitos, de profissionais, de medicamentos, de equipamentos, de segurança, que mata os pacientes e maltrata os profissionais.

 

Contudo, é notório que a crise na saúde vem se alastrando há mais tempo, e a culpa não é do servidor, e sim, devido à falta de gestão por parte do governo, e que saúde é um direito do cidadão e dever do Estado.

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Ação inédita da Serasa oferece negociação de dívidas com parcelamento sem juros, para 1,25 milhão de débitos no Norte

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Em parceria com 45 empresas, a ação oferece condições especiais, durante todo o mês de agosto

Em função do cenário econômico e o aumento do endividamento das famílias brasileiras, a Serasa se juntou a 45 outras empresas de diversos setores para buscar soluções para auxiliar o consumidor a renegociar suas dívidas. Por meio dessa parceria, o Serasa Limpa Nome irá disponibilizar, durante todo o mês de agosto, mais de 80 milhões de débitos para renegociação, no país, em até 36 vezes sem juros, sendo 1.254.375 na região Norte.

No Pará, estão sendo disponibilizados 565.528. No Amazonas, 300.943; no Tocantins, 107.667; em Rondônia, 93.584; no Amapá, 74.307; no Acre, 72.807; e, em Roraima, 39.539.

As negociações podem ser realizadas pelos canais digitais da Serasa e presencialmente nas mais de 6 mil agências dos Correios distribuídas pelo país. Além das condições especiais de parcelamento, o consumidor pode ainda encontrar os tradicionais descontos de até 90%, sempre oferecidos pelo Serasa Limpa Nome, maior plataforma de renegociação de dívidas do país.

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A ação surgiu depois de a Serasa realizar uma pesquisa que ouviu 2.645 endividados de todo o país. O levantamento mostrou que descontos e parcelamentos sem juros são os maiores motivadores para o consumidor quitar suas dívidas. “É a maior ação de negociação com parcelamento sem juros já realizada no Brasil”, diz Ignacio Dameno, diretor do Serasa Limpa Nome.

Para Aline Maciel, gerente do Serasa Limpa Nome, essa é uma solução buscada pelas empresas para que os brasileiros endividados possam recuperar o poder de compra sem impactar a renda mensal. “Quando um inadimplente renegocia o débito, a dívida sai do seu nome logo após pagar a primeira parcela, o que o auxilia a retomar crédito”, explica Aline. “A ação foi a maneira que as empresas envolvidas encontraram para conter a alta da inadimplência”, complementa.

Empresas participantes: Claro; Ativos; Atlântico; Banco BMG; Banco Digio; Banco Digio; Banco Inter; Banco Losango; Banco Neon; Boticário; Bradescard; Bradesco; Bradesco Financiamentos; BTG +; Carrefour; Crediativos; Credsystem; Digio; DmCard; Eudora; FortBrasil; Grupo Tracker; Havan; Hoepers; Intacto; Ipanema; Itapeva; Itau; MGW Ativos; Money Plus; Multi Crédito; Nalin; Net; Nextel; Recovery; Renner; Riachuelo; Santander; Sascar; Sicoob; Sorocred; Uze; Via Varejo; VoxCred; Zema.

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A Serasa reforça que as ofertas disponíveis na Ação de Parcelamento não aplicam juros sobre o acordo de parcelamento, mas a dívida negociada pode conter os juros de atraso do pagamento.  As negociações pelas agências dos Correios que oferecem as condições e os descontos especiais da campanha podem ser realizas mediante o pagamento de uma taxa de R$3,60.

O consumidor pode conferir se tem parcelas sem juros disponíveis por meio dos canais oficiais da Serasa: site serasalimpanome.com.br; App Serasa no Google Play e App Store; ligação gratuita 0800 591 1222; e WhatsApp 11 99575–2096.

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