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Reino Unido tem casos da variante Ômicron e impõe restrições de voo

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Austrália e vários outros países se juntaram a nações que impuseram restrições a viagens partindo do sul da África neste sábado, depois que a descoberta da nova variante Ômicron gerou preocupação global e desencadeou uma onda de vendas de ativos nos mercados financeiros.

Mas indicando que tais restrições podem não conter a disseminação da variante, o Reino Unido informou neste sábado que detectou dois casos e autoridades na Alemanha e na República Tcheca também afirmaram ter suspeitas de casos.

A ômicron, classificada como “variante de preocupação” pela Organização Mundial da Saúde, é potencialmente mais contagiosa que as variantes anteriores da doença, embora especialistas ainda não saibam se ela causará uma doença mais ou menos grave em comparação com outras cepas de coronavírus.

A variante foi descoberta pela primeira vez na África do Sul e, desde então, também foi detectada na Bélgica, Botswana, Israel e Hong Kong.

As autoridades holandesas disseram que 61 das cerca de 600 pessoas que chegaram a Amsterdã em dois voos da África do Sul na sexta-feira testaram positivo para o coronavírus. As autoridades de saúde estão realizando mais testes para ver se esses casos envolvem a nova variante.

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Uma passageira que chegou da África do Sul na sexta-feira, a fotógrafa holandesa Paula Zimmerman, disse ter testado negativo, mas estava ansiosa com os dias que viriam, depois de passar horas em um voo que provavelmente tinha muitos passageiros infectados.

“Disseram-me que a expectativa é que mais pessoas tenham teste positivo depois de cinco dias. É um pouco assustador a ideia de que você esteve em um avião com muitas pessoas com teste positivo”, disse ela.

Pode levar semanas para os cientistas entenderem completamente as mutações da variante e se as vacinas e os tratamentos existentes são eficazes contra ela. Ômicron é a quinta variante de preocupação designada pela OMS.

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Presidente visita Suriname para negociar acordos bilaterais

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, está no Suriname, em visita oficial, para tratar com o presidente do país vizinho, Chandrikapersad Santokhi, de acordos bilaterais em áreas como energia, infraestrutura, segurança e defesa. O avião com o presidente pousou na capital, Paramaribo, por volta das 13 h. Após ser recepcionado, Bolsonaro se deslocou para o palácio presidencial onde participa de um almoço com Santokhi e o presidente da Guiana, Irfaan Ali. Na ocasião, os três chefes de Estado vão discutir projetos de interesse comum.

Além das questões na área de energia e infraestrutura, os líderes também devem discutir agendas nas áreas de comércio, investimentos, segurança, defesa, cooperação técnica e questões da pauta regional. Amanhã (21), Bolsonaro fará uma visita à capital da Guiana, Georgetown.

“A viagem presidencial ocorre no contexto do fortalecimento das relações bilaterais, em cenário de retomada do diálogo estratégico entre os governos e de perspectivas de maior desenvolvimento econômico e social no Suriname e na Guiana, impulsionado pelas descobertas recentes de petróleo e gás”, informou o Ministério das Relações Exteriores.

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Edição: Fábio Massalli

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