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8ª Delegacia Regional de Polícia Civil cria o Whats Denúncia

Em Dianópolis, o cidadão tem disponível o Whats Denúncia para prevenir crimes ou fornecer pistas para a polícia. Um novo canal de informações rápido.

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A partir de agora, a população de Dianópolis e região conta com mais uma ferramenta para auxiliar a polícia civil no combate à criminalidade, naquele município. Trata-se do Whats Denúncia, um canal direto de comunicação entre a sociedade Dianopolina e a Polícia Civil. Por meio do número (63) 99210-1566, o cidadão pode fazer sua denúncia ou fornecer pistas, que possam levar os policiais civis da 8ª DRPC, a prevenção ou esclarecimentos de crimes, na cidade.

 

Conforme o Agente de Polícia, William Wilson de Carvalho, responsável pela criação do aplicativo, o objetivo do Whats Denúncia da 8ª DRPC é estreitar os laços com a população, para que a mesma possa efetuar denúncias e ajudar a polícia civil na prevenção e elucidação de crimes, bem como encurtar o tempo das investigações, fornecendo pistas que possam levam a localização de criminosos e a apreensão de bens roubados ou furtados.

 

Ainda de acordo com o agente, os policiais civis da 8ª DRPC tiveram a idéia de criar esse canal de informação, baseado no Whatsupp, devido ao fato de que se trata de um aplicativo dinâmico, rápido de fácil manuseio e comunicação instantânea, para obter mais informações sobre possíveis delitos que aconteçam na cidade.

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“Muitas vezes a sociedade não quer aparecer, mas sabe de informações que possam ajudar à Polícia Civil a solucionar casos concretos e, nesse sentido, o Whats Denúncia surgiu como um canal de comunicação que visa dar agilidade ao trabalho da polícia civil”, pontuou.

 

Conforme o delegado Afonso Lyra de Azevedo Filho, o Whats Denúncia, que inclusive, já está em funcionamento, constitui-se de mais uma ferramenta de auxílio que a Polícia Civil coloca a disposição da População de Dianópolis para que a mesma possa ajudar ainda mais nos trabalhos investigativos desenvolvidos pela 8ª DRPC.

 

O delegado informa ainda que todas as denúncias e informações recebidas por meio do aplicativo de número (63) 99210-1566 serão devidamente verificadas. “Contamos com o apoio da população de Dianópolis no combate à criminalidade e lembramos que qualquer informação fornecida por meio do “Whats Denúncia, será checada, sendo garantido o sigilo da mesma e a identidade do denunciante”, frisou.

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POLÍCIA

Operação Fênix da Polícia Civil visa recuperar R$20 milhões de impostos sonegados no Tocantins

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Com o apoio da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), a operação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, sendo dois em Palmas (TO), um em Gurupi (TO) e outros três em Unaí, Minas Gerais.

Os alvos da operação são dois empresários, um corretor, um contador, um transportador de grãos e mais duas funcionárias. De acordo com as investigações, os R$ 20 milhões deveriam ter sido recolhidos a título de impostos ao fisco tocantinense.

O delegado titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT), Vinicius Mendes, informou que a investigação iniciou há quase dois anos, quando duas pessoas foram presas em flagrante por apresentar ao Fisco Estadual notas fiscais falsas, sendo que, inclusive, em várias notas apreendidas constavam  o nome de uma pessoa que faleceu há quase 12 anos. Os investigados também utilizaram carimbos falsificados de auditores fiscais.

Após essa prisão em flagrante, as investigações se aprofundaram e confirmaram um engenhoso esquema de sonegação fiscal que sangrou os cofres públicos estaduais em mais de R$ 20 milhões.

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Os criminosos abriram uma empresa cerealista de fachada em nome de um laranja e passaram a emitir notas fiscais de entrada (estoque) de fazendeiros que não existiam ou que já haviam falecido.

Aproveitando o crédito tributário das operações de compra das mercadorias, os criminosos deixavam de recolher os valores de impostos devidos, enriquecendo-se com os tributos.

A operação leva o nome da empresa investigada. Ao todo foram mobilizados 40 policiais com a participação da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT); Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR); Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO); 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Palmas); Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (DEMAG – Palmas) e da Polícia Civil de Minas Gerais, com apoio de auditores fiscais da Sefaz e peritos de informática e de crimes financeiros da Polícia Federal.

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