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Bombeiros procuram jovem que desapareceu na praia do Sono em Pedro Afonso

O jovem estava na água quando foi atropelado por um Jet-ski. Os militares que já estavam na praia, realizando atividade de guarda-vidas, estão atuando nas buscas ao jovem.

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Os bombeiros estão em busca de Paulo Henrique Pereira Barbosa, 22 anos, que desapareceu no último sábado, 16, na praia do Sono em Pedro Afonso, região central do Tocantins. O jovem estava na água quando foi atropelado por um Jet-ski.

 

Paulo Henrique estava no rio, mas fora da área reservada para os banhistas, quando a moto aquática pilotada por Mateus Kennedy de Oliveira Souza, 22 anos, atingiu o banhista. Algumas testemunhas presenciaram o fato e relataram o ocorrido aos bombeiros e a Polícia Militar. Mateus que não possui habilitação para pilotar a embarcação, por sua vez, disse que não tinha avistado ninguém na água e desconhecia o atropelamento.

 

A família só informou o desaparecimento, aos bombeiros, no domingo, 17, por volta das 19 horas. Os militares que já estavam na praia, realizando atividade de guarda-vidas, estão atuando nas buscas ao jovem. 

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Operação Fênix da Polícia Civil visa recuperar R$20 milhões de impostos sonegados no Tocantins

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Com o apoio da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), a operação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, sendo dois em Palmas (TO), um em Gurupi (TO) e outros três em Unaí, Minas Gerais.

Os alvos da operação são dois empresários, um corretor, um contador, um transportador de grãos e mais duas funcionárias. De acordo com as investigações, os R$ 20 milhões deveriam ter sido recolhidos a título de impostos ao fisco tocantinense.

O delegado titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT), Vinicius Mendes, informou que a investigação iniciou há quase dois anos, quando duas pessoas foram presas em flagrante por apresentar ao Fisco Estadual notas fiscais falsas, sendo que, inclusive, em várias notas apreendidas constavam  o nome de uma pessoa que faleceu há quase 12 anos. Os investigados também utilizaram carimbos falsificados de auditores fiscais.

Após essa prisão em flagrante, as investigações se aprofundaram e confirmaram um engenhoso esquema de sonegação fiscal que sangrou os cofres públicos estaduais em mais de R$ 20 milhões.

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Os criminosos abriram uma empresa cerealista de fachada em nome de um laranja e passaram a emitir notas fiscais de entrada (estoque) de fazendeiros que não existiam ou que já haviam falecido.

Aproveitando o crédito tributário das operações de compra das mercadorias, os criminosos deixavam de recolher os valores de impostos devidos, enriquecendo-se com os tributos.

A operação leva o nome da empresa investigada. Ao todo foram mobilizados 40 policiais com a participação da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT); Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR); Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO); 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Palmas); Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (DEMAG – Palmas) e da Polícia Civil de Minas Gerais, com apoio de auditores fiscais da Sefaz e peritos de informática e de crimes financeiros da Polícia Federal.

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