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Deic Sul incinera grande quantidade de drogas em Gurupi

Novas ações de combate e repressão ao crime estão sendo planejadas pela Deic, o que poderá gerar novas prisões e apreensões nos municípios.

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A polícia civil, por intermédio da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), núcleo sul, realizou, na manhã desta sexta-feira, 24, a incineração de 274 kg de drogas, em Gurupi (TO), sendo 264 kg de maconha e 10 kg de cocaína.

 

A ação, que aconteceu em uma cerâmica da cidade, foi coordenada pelo delegado titular da Deic, Rafael Fortes Falcão e foi devidamente autorizada pelo Juiz da Vara Criminal da Comarca de Gurupi.

 

O entorpecente destruído é oriundo de diversas apreensões realizadas pela Deic ao longo de todo o ano de 2015. A incineração contou com a presença do delegado regional de Polícia Civil de Gurupi, Carlos Juarez Metzka, além de peritos criminais, promotores de Justiça, representantes do Poder Judiciário, Fiscais da Vigilância Sanitária, do comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar de Gurupi, major Flávio Santos Brito, bem como toda equipe de policiais civis da Deic/Sul.

 

Na ocasião, o delegado Rafael Falcão destacou a relevância do trabalho policial que tem sido realizado pela Deic, em toda a regiçao sul do estado, o que resultou na retirada dessa significativa quantidade de entorpecente das ruas. “Durante todo o ano de 2015, efetuamos várias ações de combate ao tráfico de drogas e à criminalidade em geral, que resultaram na prisão de várias pessoas e na apreensão de grande quantidade de drogas, em Gurupi e região. Este ano, a Deic intensificou ainda mais suas ações e já efetuamos a apreensão de mais de 120kg de drogas e a prisão de várias pessoas”, ressaltou.

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O delegado enfatizou também que novas ações de combate e repressão ao crime estão sendo planejadas pela Deic, o que poderá gerar novas prisões e apreensões nos municípios da região Sul do Estado.

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Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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