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Força Tática Estadual começará a atuar em Araguaína e reforçará o policiamento local

A cidade de Araguaína será a primeira a receber a ação da Força Tática, com previsão de emprego de 20 policiais militares, a partir da próxima terça-feira, 26, por tempo indeterminado.

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Na manhã desta quinta-feira, 21, em visita à cidade de Araguaína, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Glauber de Oliveira Santos, autorizou a execução do projeto de ampliação das ações de Força Tática (FT) no Estado, o que viabiliza a atuação desse grupamento nos mesmos moldes da Força Nacional, através do remanejamento de parte do efetivo das unidades do Tocantins que possuem a Força Tática.

 

O emprego desse efetivo disponibilizado será temporário, nas cidades onde a sensação de segurança da população foi sensivelmente afetada. O impacto financeiro dessa atuação será calculado através do pagamento de diárias, devidamente autorizado pelo governo do estado. A cidade de Araguaína será a primeira a receber a ação da Força Tática, com previsão de emprego de 20 policiais militares, a partir da próxima terça-feira, 26, por tempo indeterminado.

 

Já está sendo feito um levantamento junto aos comandantes de unidades que possuem FT para disponibilizar o efetivo a ser empregado nesta primeira missão na cidade de Araguaína, sem prejudicar o policiamento local. Os policiais se reunirão e receberão as instruções específicas para a ação e desenvolverão a linha de atuação no município.

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O comandante geral reiterou a necessidade do aumento de efetivo da Polícia Militar como umas das medidas necessárias para a melhora na segurança. Este aumento ocorrerá em breve com a realização de concurso público com previsão inicial de mil vagas para soldado. Coronel Glauber destaca “a PM tem trabalho em todo estado de forma profissional como sempre trabalhou e atuação da Força Tática Estadual é uma medida extraordinária que visa restabelecer a ordem pública e a tranquilidade social nos locais necessários, como é o caso de Araguaína”.

 

Sobre a Força Tática

 Foi criada por meio da Instrução Normativa n º 001/2015, publicada no Boletim Geral nº 153/2015, de 18/08/2015, que padronizou a Força Tática no âmbito da Polícia Militar do Estado do Tocantins.  É um pelotão de patrulhamento tático subordinado diretamente aos comandantes de unidades Operacionais da PMTO, e tem como missão principal realizar o policiamento ostensivo de maior complexidade e atuar em ocorrências que fujam do cotidiano normal da unidade, executando as intervenções características da Companhia Independente de Operações Especiais – CIOE.

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Os militares da FT são formados em curso padrão de 280 horas/aula, seguindo as normas para Planejamento e Conduta do Ensino e a Matriz Curricular Adotada. Atualmente a Polícia Militar do Tocantins conta com 132 policiais militares formados no curso de Força Tática que já atuam nas seguintes unidades: (1º BPM- Palmas, 2º BPM – Araguaína, 4º BPM – Gurupi, 3º CIPM – Colinas e 4ª CIPM – Araguatins). A próxima unidade a realizar o curso será o 6º BPM em Palmas.

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POLÍCIA

Operação Fênix da Polícia Civil visa recuperar R$20 milhões de impostos sonegados no Tocantins

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Com o apoio da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), a operação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, sendo dois em Palmas (TO), um em Gurupi (TO) e outros três em Unaí, Minas Gerais.

Os alvos da operação são dois empresários, um corretor, um contador, um transportador de grãos e mais duas funcionárias. De acordo com as investigações, os R$ 20 milhões deveriam ter sido recolhidos a título de impostos ao fisco tocantinense.

O delegado titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT), Vinicius Mendes, informou que a investigação iniciou há quase dois anos, quando duas pessoas foram presas em flagrante por apresentar ao Fisco Estadual notas fiscais falsas, sendo que, inclusive, em várias notas apreendidas constavam  o nome de uma pessoa que faleceu há quase 12 anos. Os investigados também utilizaram carimbos falsificados de auditores fiscais.

Após essa prisão em flagrante, as investigações se aprofundaram e confirmaram um engenhoso esquema de sonegação fiscal que sangrou os cofres públicos estaduais em mais de R$ 20 milhões.

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Os criminosos abriram uma empresa cerealista de fachada em nome de um laranja e passaram a emitir notas fiscais de entrada (estoque) de fazendeiros que não existiam ou que já haviam falecido.

Aproveitando o crédito tributário das operações de compra das mercadorias, os criminosos deixavam de recolher os valores de impostos devidos, enriquecendo-se com os tributos.

A operação leva o nome da empresa investigada. Ao todo foram mobilizados 40 policiais com a participação da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT); Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR); Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO); 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Palmas); Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (DEMAG – Palmas) e da Polícia Civil de Minas Gerais, com apoio de auditores fiscais da Sefaz e peritos de informática e de crimes financeiros da Polícia Federal.

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