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PM libera reféns após tentativa de roubo em Palmas

Um indivíduo de 18 anos foi preso após tentativa de roubo a estabelecimento comercial com cinco reféns. no setor Jardim Aureny IV, em Palmas.

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Um indivíduo de 18 anos foi preso após tentativa de roubo a estabelecimento comercial com cinco reféns, nesta segunda-feira, 9, por volta das 23 horas, no setor Jardim Aureny IV, em Palmas. Na ação, que durou cerca de meia hora, os policiais militares intervieram e por meio do gerenciamento de crise o autor libertou os reféns e se rendeu.

 

A Polícia Militar foi acionada para averiguar uma situação de roubo a um estabelecimento comercial, na qual o autor teria feito cinco vítimas de reféns. Sendo que uma delas, o proprietário do estabelecimento, ficou sob a ameaça do autor, que portava um revólver calibre 38. Os demais reféns foram trancados e outro cômodo pelo autor. No local, os policiais militares intervieram negociando, por meio de ações de gerenciamento de crise, na tentativa de liberação dos reféns e da rendição do autor.

 

Durante a negociação, o autor se rendeu e liberou um dos reféns. Logo em seguida, os militares adentraram no local e liberaram as quatro pessoas que estavam trancadas no outro cômodo do estabelecimento. Ninguém se feriu. O autor, que portava a quantia de R$ 430 reais, um revólver calibre 38 com três munições e dois aparelhos celulares, foi preso em flagrante delito e conduzido à Delegacia de Polícia, para os devidos fins legais.

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Para o comandante da negociação, major Weslley Dias Costa, a operação,  que foi baseada nos princípios de gerenciamento de crise obteve resultado positivo, já que manteve a integridade física dos envolvidos. “Tentamos seguir a doutrina da PM desde o primeiro contato com o autor, quando a viatura chegou ao local e os colegas iniciaram a negociação para libertar os reféns. Quando a equipe de negociação chegou, tentamos mostrar ao autor que a melhor saída seria a liberação dos reféns e que ele se rendesse. Garantimos que manteríamos a integridade física dele e dos reféns, o que de fato ocorreu”, informou.

 

Um dos reféns, Vilson José Pimenta, de 48 anos, elogiou a atuação da Polícia Militar durante a negociação. “ A PM trabalhou muito bem, chegaram no meu bar rapidamente e logo iniciou a negociação. Os militares conseguiram convencer o autor a nos libertar e graças a Deus ninguém se machucou”, desabafou.

 

A ação contou ainda com o apoio do Comando de Operações Especiais da PM (COE), da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (ROTAM), da Guarda Metropolitana e  do Corpo de Bombeiros Militar.

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Gerenciamento de crise

 A crise é uma situação crítica e emergencial que exige providências para que a normalidade seja restaurada. O gerenciamento de crise consiste em ações proativas, nas quais o negociador, que mantém contato direto com o agente causador da anormalidade, deve agir de forma a manter a incolumidade física dos envolvidos e reduzir os danos materiais.

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POLÍCIA

Operação Fênix da Polícia Civil visa recuperar R$20 milhões de impostos sonegados no Tocantins

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Com o apoio da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), a operação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, sendo dois em Palmas (TO), um em Gurupi (TO) e outros três em Unaí, Minas Gerais.

Os alvos da operação são dois empresários, um corretor, um contador, um transportador de grãos e mais duas funcionárias. De acordo com as investigações, os R$ 20 milhões deveriam ter sido recolhidos a título de impostos ao fisco tocantinense.

O delegado titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT), Vinicius Mendes, informou que a investigação iniciou há quase dois anos, quando duas pessoas foram presas em flagrante por apresentar ao Fisco Estadual notas fiscais falsas, sendo que, inclusive, em várias notas apreendidas constavam  o nome de uma pessoa que faleceu há quase 12 anos. Os investigados também utilizaram carimbos falsificados de auditores fiscais.

Após essa prisão em flagrante, as investigações se aprofundaram e confirmaram um engenhoso esquema de sonegação fiscal que sangrou os cofres públicos estaduais em mais de R$ 20 milhões.

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Os criminosos abriram uma empresa cerealista de fachada em nome de um laranja e passaram a emitir notas fiscais de entrada (estoque) de fazendeiros que não existiam ou que já haviam falecido.

Aproveitando o crédito tributário das operações de compra das mercadorias, os criminosos deixavam de recolher os valores de impostos devidos, enriquecendo-se com os tributos.

A operação leva o nome da empresa investigada. Ao todo foram mobilizados 40 policiais com a participação da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributários (DRCOT); Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR); Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO); 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Palmas); Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (DEMAG – Palmas) e da Polícia Civil de Minas Gerais, com apoio de auditores fiscais da Sefaz e peritos de informática e de crimes financeiros da Polícia Federal.

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