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PM retira armas de fogo de circulação e prende suspeitos em Colinas e Bela Vista

Nesta segunda-feira, 11, a Polícia Militar prendeu dois suspeitos por porte ilegal de arma.

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Colinas do Tocantins

Um indivíduo de 25 anos foi preso pela Polícia Militar na tarde de segunda-feira, 11, na cidade de Colinas do Tocantins, acusado de porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio. Em poder do suspeito os policiais apreenderam um revólver calibre 32 com três munições, sendo duas deflagradas e uma intacta.

 

A PM foi acionada por uma testemunha e informada sobre uma possível troca de tiros na Rua 21 de Abril, Setor Sol Nascente. Uma equipe de policiais foi até o endereço para averiguar a denúncia. Os suspeitos fugiram do local e entraram em um matagal ao perceberem a presença policial. Um dos envolvidos atirou em direção aos militares, momento em que houve troca de tiros e o indivíduo foi atingido na região da barriga.

 

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou a condução do acusado até o Hospital Municipal de Colinas, onde recebeu cuidados médicos e foi liberado. Em seguida ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia local, juntamente com a arma apreendida, sendo autuado por porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio contra os policiais militares que atenderam a ocorrência.

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Bela Vista

Na noite do mesmo dia, no município de Bela Vista, região do Bico do Papagaio, um servidor público de 20 anos foi preso pela Polícia Militar acusado de porte ilegal de arma de fogo. Em poder do suspeito os policiais militares apreenderam uma espingarda cartucheira calibre 36.

 

Através do telefone 190 a PM foi informada que um homem montado em um cavalo estaria efetuando disparos de arma de fogo em vias públicas. Uma equipe se deslocou até a Rua Velha para verificar o fato. No local os policiais identificaram o suspeito e o submeteram a busca pessoal, momento em que localizaram em seu poder a arma de fogo. Ele foi conduzido à Central de Flagrantes de Augustinópolis para os procedimentos legais cabíveis.

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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