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Polícia civil apreende carros roubados em Palmas e em Porto Nacional

Policiais deflagraram uma ação de combate à máfia do carro clonado, em Palmas e Porto Nacional, a qual resultou na apreensão de um veículo Hilux CD4X4 SRV, Placa OJD-6386 MA, e um Chevrolet Onix 1.4 AT LTZ, placa GAM-3385.

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Na manhã da última sexta-feira, 15, policiais civis da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), sob a coordenação do delegado Rossílio Souza Correia, deflagraram uma ação de combate à máfia do carro clonado, em Palmas e Porto Nacional, a qual resultou na apreensão de um veículo Hilux CD4X4 SRV, Placa OJD-6386 MA, e um Chevrolet Onix 1.4 AT LTZ, placa GAM-3385.

 

Durante a operação, em Palmas, os agentes da Derfrva apreenderam na quadra 603 Sul, uma camionete, Toyota, Hilux CD4X4 SRV, que havia sido roubada no Estado do Pará, conforme B.O, 252253/2014 PA. No momento da abordagem policial, o veículo estava com Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) falso, sendo o mesmo apreendido.  

 

Em continuidade à operação, desta vez, em Porto Nacional, os policiais civis conseguiram localizar um veículo Chevrolet Onix 1.4 AT LTZ, que havia sido roubado na cidade de São Paulo, conforme B.O 708780/2016 SP. O carro estava escondido em um matagal no setor Imperial e, quando os policiais se aproximaram do veículo, os suspeitos, que estavam em poder do mesmo, fugiram.

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Após verificação foi constatado que ambos os carros estavam com todas as suas características originais adulteradas, tais como placas, lacres, chassi, número de motor, dentre outros. Os agentes descobriram ainda que a placa verdadeira da Hilux é OJP-4615 – MA e não OJD-6386 – MA e do Chevrolet Onix é FWM-1208  e não GAM-3385, placas estas que estava ostentando, quando foram apreendidos.

 

Após passar pela perícia oficial do estado, os veículos serão restituídos aos seus legítimos proprietários. Conforme o delegado Rossilio de Souza, as ações de combate a furto e roubo de veículos automotores continuarão sendo desenvolvidas pela Delegacia Especializada, por meio de investigações e, através do Disk Denúncia, com o objetivo de desarticular o furto e roubo de veículos automotores em todo Estado.

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Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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