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Durante a apuração, a Polícia Civil reuniu robusto conjunto probatório, incluindo confrontos papiloscópicos que identificaram incompatibilidades entre impressões digitais coletadas no dia da prova e aquelas constantes nos registros civis dos candidatos, além de exames grafotécnicos que evidenciaram divergências entre assinaturas em diferentes etapas do concurso. Relatórios de inteligência policial também apontaram a atuação estruturada do grupo criminoso, com divisão de tarefas voltada à prática reiterada de fraudes.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares, que foram deferidas pelo poder judiciário.

A Operação Última Etapa tem como objetivos desarticular a organização criminosa, responsabilizar os envolvidos, preservar provas e assegurar a lisura do concurso público.

“O trabalho investigativo evidenciou um esquema estruturado, com divisão de tarefas e atuação coordenada. A resposta da Polícia Civil demonstra o compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas e com a lisura dos certames públicos.”, destacou o delegado Afonso Lyra, diretor da DRACCO.

A Polícia Civil do Estado do Tocantins reafirma seu compromisso com o combate à corrupção, à fraude em concursos públicos e ao crime organizado.

A operação contou com o apoio das Polícias Civis dos estados de Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás, além da Polícia Civil do Distrito Federal. A Polícia Civil do Tocantins também destaca o apoio institucional da Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar do Estado de Pernambuco, bem como a colaboração contínua da Polícia Militar do Tocantins