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Polícia Civil prende suspeito de estuprar criança de 11 anos em Palmas

Com base nas características físicas do acusado, as quais foram fornecidas pela vítima, os policiais civis, com auxílio de fotografias, conseguiram identificar Moisés como sendo o provável autor do estupro.

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Uma ação conjunta realizada por policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), e da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC), com apoio da Polícia Militar, na manhã desta quinta-feira, 15, em Palmas, resultou na prisão de Moisés de Almeida Silva Lima, 28 anos de idade, o qual é o principal suspeito pelo estupro de uma criança de 11 anos, fato ocorrido na manhã da última quarta-feira, 14, na Quadra 210, no centro da Capital.

 

A operação, que foi comandada pelos delegados Guilherme Rocha e Maria Ribeiro Neta foi deflagrada, após a Polícia Civil ser informada sobre um estupro de vulnerável, ocorrido às 9hs30min, em Palmas. Com base nas características físicas do acusado, as quais foram fornecidas pela vítima, os policiais civis, com auxílio de fotografias, conseguiram identificar Moisés como sendo o provável autor do estupro.

 

Com base nessas informações, as equipes das Delegacias especializadas deram início às buscas e, na manhã desta quinta-feira, 15, por volta das 9hs da manhã, conseguiram localizar e prender Moisés, o qual estava em seu local de trabalho, no Setor Industrial, em Palmas.

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Ao ser abordado, o indivíduo não ofereceu resistência, confessou a prática do crime e ainda forneceu detalhes de como abordou e abusou sexualmente da vítima. Desta maneira, Moisés foi conduzido à sede da Dpca, onde foi reconhecido pela vítima e, em seguida, autuado em flagrante pelos crimes de estupro de vulnerável e lesão corporal, pois também agrediu a vítima, após praticar o crime.

 

Além do estupro praticado contra a criança de 11 anos, Moisés também é suspeito de estuprar uma mulher, também em Palmas, no dia 5 de setembro de 2016, sendo que as investigações sobre esse caso estão a cargo da Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher (DEAM).

Após as providências cabíveis, o suspeito foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. Para a delegada Maria Ribeiro Neta, a prisão do indivíduo representa mais paz e tranqüilidade à população, tendo em vista a gravidade do crime praticado.

 

 “Em menos de 24 horas, conseguimos desvendar a autoria do crime e prender esse suspeito, que acabou confessando a autoria do estupro, desta maneira, dando uma resposta imediata à sociedade e cumprindo com nosso dever de ofício, tendo em vista à prática de um crime tão bárbaro cometido, contra uma criança de apenas 11 anos de idade, cujo fato causou grande repercussão social”, ressaltou.

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O crime

Conforme a Polícia Civil, na manhã da manhã da última quarta-feira, 14, à vítima estava próximo a uma escola municipal localizada, na quadra 210 Sul, quando um homem de cor negra que estava próximo a uma residência, a abordou, tapou sua boca e a jogou dentro de seu carro, um Ford Fiesta, modelo antigo de cor prata), saindo em disparada.

 

 O indivíduo levou a criança a uma quadra próxima, onde praticou o estupro e agrediu fisicamente a garota. Após a prática do crime, o suspeito levou a menina de volta a quadra, onde a mesma se encontrava e se evadiu do local, não sem antes ameaçar a garota de morte, caso fosse denunciado. A vítima foi encontrada e socorrida por dois homens que passavam pelo local e levada até a casa de sua avó, e depois ao hospital, onde recebeu atendimento médico especializado. 

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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