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Polícia Militar assina termo de cooperação técnica em parceria com a Universidade Estadual do Tocantins

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Na manhã desta sexta-feira, 1° de julho, a Polícia Militar do Tocantins assinou o termo de cooperação técnica com a Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), no Quartel do Comando Geral (QCG), em Palmas. O objetivo do acordo é estabelecer a integração entre a PMTO e a Unitins, para fortalecer as ações de ensino, pesquisa e extensão, por meio dos cursos de formação, aperfeiçoamento e especializações ministradas pelas instituições. O encontro contou com a presença do Comandante-Geral da PMTO, Coronel PM Julio Manoel da Silva Neto, do reitor da Unitins, Augusto de Rezende Campos, da Diretora de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP) da PMTO, Coronel PM Welere Gomes Barbosa, dentre outras autoridades.

Com a assinatura do acordo, as instituições poderão realizar intercambio de alunos, servidores, professores e colaboradores eventuais, bem como na produção científica e na utilização de salas de aula, auditórios, laboratórios e áreas de campo para experimentos em ações desenvolvidas pelas entidades.

A parceria possibilitará ainda, um conjunto de oportunidades na segurança pública, com ensino de qualidade aos policiais militares, os preparando para atender melhor a sociedade tocantinense.

O termo de cooperação técnica não contém repasses de recurso financeiros entre as partes e terá validade de cinco anos, contados a partir da data da assinatura, podendo ser prorrogado por meio de termos aditivos.

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Para o Comandante-Geral da PMTO, Coronel Silva Neto, esse acordo entre a PMTO e Unitins veio para fortalecer ambas as instituições, uma parceria que refletirá em uma melhor prestação de serviços à sociedade. “O propósito da assinatura deste termo é a colaboração entre as entidades por meio dos cursos de formação e especializações. A PMTO terá profissionais da segurança pública mais preparados para servir à população tocantinense”, destacou.

Para a diretora de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP) da PMTO, Coronel Wélere, o intuito dessa parceria é o alinhamento positivo entre as instituições, onde todos poderão usufruir do que cada instituição tem de melhor. “Hoje a Unitins está fazendo parte da PMTO. Por meio dessa assinatura os policiais podem utilizar o que a Universidade tem de melhor em cursos de pesquisa e extensão. Isso é um marco para as entidades”, afirmou.

Já o reitor da Unitins, Augusto de Rezende Campos, ressalta que a assinatura do termo de cooperação técnica veio para consolidar essa parceria PMTO e Unitins. “Sabemos que os policiais militares estão em busca de conhecimento, que vai auxiliar nos trabalhos da segurança pública, e a Polícia Militar já é grande parceira da Unitins, tanto na formação dos seus cursos internos, como na chancela nos cursos de pós-graduação. Então, essa assinatura fortalece a renovação do que já fazíamos, e traz novas possibilidades e projetos para o futuro”, completou o reitor.

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Presenças

Estavam presentes ainda na assinatura do termo cooperação técnica, o Chefe do Estado Maior da PMTO, Coronel PM Wesley Borges Costa, o Subchefe do Estado-Maior da PMTO, Coronel PM Marizon Mendes Marques, o reitor da Unitins, Augusto Rezende Campos, a vice-reitora da Unitins, Darlene Teixeira Castro, a Pró-reitora de graduação da Unitins, Alessandra Ruita Santos Czapski, dentre outros profissionais que acompanharam a solenidade.

Edição: Luana Barros

Revisão Textual: Luana Barros

A assinatura aconteceu nesta sexta-feira,1° de julho, no QCG. – Ademir dos Anjos file_download

Fonte: Policia – GOV TO

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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