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CRIME NO INTERIOR

Réu é condenado a 33 anos por matar homem e tentar assassinar a esposa da vítima

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Em sessão do Tribunal do Júri realizada na última segunda-feira, 9, no Fórum de Goiatins, o Conselho de Sentença acatou as teses de acusação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) e condenou o réu Lucas Lima Batista, vulgo Luquinha, por assassinar um homem e tentar matar a esposa dele, na presença de três filhos do casal. Ele foi condenado a 33 anos de reclusão, somando-se as penas pelos crimes de homicídio consumado e de tentativa de homicídio.

Conforme narrou o promotor de Justiça Pedro Jainer Passos Clarindo da Silva, que integra o Núcleo do Tribunal do Júri (MPNujuri) do MPTO, o crime aconteceu no município de Barra do Ouro, na madrugada de 21 de fevereiro de 2019, após o acusado entrar na residência do casal munido de uma arma de fogo e uma faca. Agindo de surpresa, ele efetuou disparos e desferiu facadas contra ambos, com a intenção de se vingar. Isso porque ele supunha que a moradora da casa o havia denunciado à polícia pela prática de tráfico de drogas.

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As vítimas do crime são Cleiton Pereira da Silva e Ângela Maria do Nascimento Barros. Ele teve morte por traumatismo crânio-encefálico no dia seguinte, enquanto ela conseguiu sobreviver graças ao atendimento médico. Porém, por receio de ser morta em um novo atentado, Ângela Maria veio a fugir da cidade, abandonando seus três filhos.

O réu foi acusado pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado e de tentativa de homicídio qualificado, ambos por motivo fútil, meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. As teses da acusação foram acatadas integralmente pelos integrantes do Conselho de Sentença.

A sentença impôs ao réu pena de 18 anos de reclusão pelo homicídio consumado e 15 anos pelo homicídio tentado.

Fonte: MP TO

 

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Ex-prefeito Ronaldo Dimas é alvo de operação da Polícia Federal por suspeita de fraudes

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A Polícia Federal realiza, na manhã desta quinta-feira (19), uma operação em nove cidades da região norte do Tocantins para investigar fraudes em contratos de transporte escolar e desvios milionário de dinheiro público. As irregularidades teriam acontecido entre os anos de 2013 e 2018. Os alvos estão ex-prefeitos, gestores públicos e servidores, entre eles o ex-prefeito e pré-candidato a governador Ronaldo Dimas (PL).

Um dos mandados de busca e apreensão está sendo cumprido na casa de Dimas, que procurado por nossa reportagem disse através de sua assessoria que “Os advogados do ex-prefeito estão acompanhando a operação e colaborando com as autoridades. Vamos nos manifestar assim que acabar essa fase da operação”.

Mandados de busca e apreensão são cumpridos em Araguaína, Araguatins, Babaçulândia, Filadélfia, Goiatins, Nova Olinda, Riachinho, São Bento e Xambioá.

A investigação aponta que os suspeitos teriam recebido propina em um esquema. Ao longo do dia devem ser cumpridos 70 mandados de busca e apreensão e cinco medidas de afastamento da função pública e proibição de acesso a órgãos públicos.

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