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Secretaria da Segurança Pública entrega quatro veículos à Polícia Científica

Dois veículos e duas viaturas foram entregues à Polícia Científica nesta terça-feira, 19, oferecendo um serviço com ainda mais qualidade a população.

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No final da tarde desta terça-feira, 19, foi realizada no Hall de entrada da Secretaria da Segurança Pública, em Palmas, a solenidade de entrega de quatro veículos novos e seminovos à Polícia Científica do Estado do Tocantins.

 

Na oportunidade, o Superintendente da Polícia Científica, Gilvan Nascimento Nolêto, fez a entrega de dois automóveis, Renault Clio, zero quilômetro e dois Ford Fiesta seminovos, a Gerente do Instituto de Genética Forense, (IGF) Patrícia Bonilha de Toledo Pizza e também ao Diretor do Instituo de Criminalística (IC), Zilmondes Fernandes Feitoza.

 

Os dois veículos novos foram adquiridos pela Polícia Científica, por meio de um convênio firmado entre a SSP e o Proestado, sendo que um deles será utilizado para atender o Instituto de Genética Forense e o outro será empregado na coleta de amostras biológicas nos Núcleos do interior para os laboratórios da Polícia Científica na Capital.  

 

As outras duas viaturas seminovas são provenientes de parcerias firmadas entre a SSP e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e foram realocadas dos Institutos da Capital para atender as demandas da Polícia Científica, em Araguaína e também Gurupi.

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Para o Superintendente Gilvan Nolêto, a entrega das novas viaturas vem em boa hora e vai fazer com que a Polícia Científica possa oferecer um serviço com ainda mais qualidade a população. “Essa é uma entrega emergencial que vai permitir a polícia científica suprir as demandas prioritárias dos Institutos, sobretudo no interior do Estado”.

 

 Gilvan também ressaltou que, em breve, novos veículos próprios serão incorporados à frota da Polícia Científica, “Até o final desse ano, temos a convicção de que dotaremos os 13 Núcleos da Polícia Científica, espalhados por todas as regiões do Estado, com veículos próprios para melhorar os serviços prestados à população tocantinense”, pontuou.

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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