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SSP padroniza identificação visual da Polícia Civil do Tocantins

O objetivo é padronizar a identidade visual e atender aos quesitos de modernidade e uniformidade e proporcionar à população a possibilidade de identificar de forma mais fácil a Polícia Civil.

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Com o objetivo de padronizar a identidade visual e atender aos quesitos de modernidade e uniformidade da Polícia Civil do Tocantins, foi aprovado, neste mês de Agosto, o novo Manual de Identidade Visual da Polícia Civil do Estado do Tocantins. A proposta foi elaborada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), por meio da Diretoria da Academia de Polícia Civil, Delegacia-Geral e Corregedoria Geral de Polícia Civil.

 

O documento institui padrões na identificação de emblemas, insígnias e distintivos utilizados pelos policiais civis, além de bandeira, painéis, fachadas de prédios e placas identificadoras das delegacias e demais unidades policiais. Conforme o Manual, também deverá ser padronizado todos os documentos oficiais, grafismos de viaturas, vestimentas oficiais, além de plano de fundo para apresentação digital e papel de parede para telas de computadores.

 

De acordo com o Delegado-geral da Polícia Civil, Claudemir Luiz Ferreira, o objetivo deste novo manual é criar uma identidade única para instituição. “Todas as delegacias do Estado, sejam elas especializadas ou circunscricionais, estão dentro da Polícia Civil, portanto, a Polícia Civil é a nossa marca. Com o passar dos anos, algumas destas delegacias foram criando identificações próprias, por não haver uma regulamentação oficial com identidade padrão”, esclarece o delegado.

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Outro objetivo da padronização é proporcionar à população a possibilidade de identificar de forma mais fácil a Polícia Civil e suas unidades, além dos policiais civis em exercício.

 

A Instrução Normativa, com todos os detalhes dos padrões da identidade visual, está disponível no Diário Oficial do Estado (DOE) nº 4.685, publicado no dia 16 de Agosto de 2016 no Diário Oficial do Estado do Tocantins e também no site da Secretaria de Estado da Segurança Pública: http://www.ssp.to.gov.br/acade

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Polícia Civil deflagra operação Absterge e desarticula organização criminosa que atuava no Tocantins e no Maranhão

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A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação

Na manhã desta segunda-feira, 15, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), com apoio da Polícia Militar, Polícia Penal, Ministério Público Estadual do Tocantins e o Centro Tático Aéreo do Maranhão, deflagrou a Operação Absterge com o objetivo de desarticular uma facção criminosa do Maranhão que tentava se instalar em Augustinópolis e vinha cometendo crimes, entre eles, quatro homicídios, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Aproximadamente 100 policiais participaram da ação que visou cumprir um total de 43 mandados de prisão preventiva, prisão temporária e busca e apreensão nas cidades de Augustinópolis (TO), João Lisboa e São Luís, ambas no Maranhão. Os alvos já vinham sendo monitorados pela Polícia Civil há cerca de dois meses.

O delegado titular da 12ª Delegacia de Polícia Civil em Augustinópolis e coordenador da operação, Jacson Wutke, explicou que além do cumprimento de mandados, a Operação teve o objetivo de impedir que a facção criminosa do Maranhão se instalasse no município tocantinense.

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“Hoje nosso principal objetivo é desarticular uma organização criminosa que buscava se enraizar aqui no município de Augustinópolis. Basicamente uma atuação voltada para o tráfico de drogas e homicídios. Até o momento 21 pessoas foram presas, eram 23 mandados de prisão, tivemos dois evadidos e um que acabou indo a óbito em razão de confronto com a polícia. Mas de um modo geral foi uma operação exitosa, tivemos grande apreensão de drogas e armas de fogo e outros objetos que vão ajudar a elucidar os crimes investigados pela Polícia Civil”, destacou o delegado.

Prisões

Do total de mandados, 23 eram de prisões, dos quais 21 foram cumpridos já que dois dos alvos conseguiram fugir antes da chegada da polícia.

Do total de presos, sete eram mulheres que estavam sendo investigadas por associação criminosa e tráfico de drogas.

Um menor de 16 anos também foi apreendido, apontado como integrante de facção criminosa. O adolescente tem longa ficha criminal envolvendo crimes como homicídio e ocultação de cadáver.

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Tanto as mulheres como o adolescente foram encaminhados para a Central de Flagrantes em Araguatins para depois serem reconduzidos para as Unidades Prisionais.

Já os homens presos nesta operação foram conduzidos diretamente para o presídio de Augustinópolis.

A Operação Absterge, que faz menção a limpeza ou purificação, também acontece dentro do Presídio de Augustinópolis, no qual será realizada uma revista nas celas.

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