Novo coronavírus

O impacto social está grande, as discussões que acarretam esta pandemia, fazem com que o discurso de discórdia sobressaia ao da solução

Não resta dúvida do impacto que o Brasil e todo o mundo sofreu e está sofrendo em decorrência de uma doença que se alastrou por volta do mês de dezembro de 2019, em Wuhan, na província de Hubei, República Popular da China. Há de se mencionar, de forma específica, que no Brasil a repercussão está sendo em um âmbito geral. Somado à situação em que já se encontrava, com esta pandemia, aquilo que estava ruim, tornou-se precário, em todos os âmbitos, seja ele social, orçamentário ou na saúde pública.

Em uma visão biológica, tem-se que, este vírus não é um organismo vivo, mas sim uma molécula de proteína, que tem uma cobertura protetora de lipídios, e uma vez que sofre absorção pelas células da mucosa ocular, nasal e bucal, o seu código genético é alterado, convertendo-os em células multiplicadoras e agressoras. O seu tempo de desintegração possui uma dependência da temperatura, do tipo de material que se encontra e da umidade. Em razão de sua fragilidade e por possuir só a proteção de uma fina camada de gordura em seu exterior, um simples sabão é capaz de exterminá-lo, tornando-se o melhor remédio para todos.

Passado a visão genética do vírus, é importante salientar a consequência que a contaminação deste vírus acarreta. Primeiramente, o clímax desta situação vem a ser a saúde pública, uma situação em que o povo não pode adoecer, em razão de ter não existir estrutura para amparar a população doente. Tantos impostos, tantas taxas, tarifas... para ninguém ter o seu direito à saúde respaldado. Uma situação um tanto quanto contraditória, de como realmente deveria ser.

O impacto social está grande, as discussões que acarretam esta pandemia, fazem com que o discurso de discórdia sobressaia ao da solução. Sem mencionar tamanha falta que o “calor humano” está acarretando aos cidadãos, uma vez que o povo brasileiro é tido como um povo caloroso. Toda essa vivência de quarentena, acaba afetando a convivência de todos, até mesmo a saúde mental e psicológica de tantos brasileiros, que foram “forçados” a estarem isolados, com uma visão de solidariedade, para que essa doença não se propague mais ainda e acabe com todo o resto de esperança de que dias melhores virão.

Outro ponto que não deixa de ser polêmico, é no tocante ao orçamento, a tributação de todo o país. Inúmeras críticas são mencionadas contra o presidente, Jair Bolsonaro. O seu discurso é tido como militante, falta de empatia e de humanidade. Acontece que, o que realmente choca os brasileiros é a verdade. É nítido nas falas de Bolsonaro, que a intenção do presidente não é menosprezar a realidade, não é tornar as coisas como irrelevantes e não ter visão de solidariedade. Mas é impossível que ocorra um isolamento total no ramo do comércio, ramo industrial, ramo do agro, ramo do serviço público... Há de ressalvar que a situação é preocupante, o que está em risco é a saúde de cada um, mas também deve-se pensar que, mesmo com essa situação, todos precisam digerir a ideia de que, as coisas não podem parar, infelizmente a economia não consegue parar, ainda mais que os números de casos só aumentam, fazendo com que o dinheiro empregado à saúde, esteja ainda mais bem reservado e que seja aplicado da melhor forma.

Por fim, tem-se que esta pandemia causou em toda a Nação um forte impacto, não pode ser retirado de prioridade as inúmeras ocorrências de casos, a situação da saúde de cada cidadão, principalmente aqueles grupos de risco, tampouco o tratamento digno que todos precisam receber. Mas também há de mencionar que infelizmente, o país não consegue suprir com toda essa demanda trazida pela pandemia, para amenizar um pouco a situação faz-se necessário que a economia continue girando e as verbas continuem sendo empregadas nos devidos lugares. É inevitável não pensar no que se passa na China agora: estão todos comovidos com a situação do mundo ou todos assistindo os efeitos da propagação da criação do seu vírus?

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