Especialista afirma que procedimento de resgate pode ter sido incorreto

Lancha estaria com a hélice dentro da água no momento do acidente

O acidente com a lancha do Corpo de Bombeiros que decepou a perna da atleta amadora Ludimila Barbosa Oliveira poderia ter sido evitado se os procedimentos de embarque e desembarque de passageiros tivesse sido seguido corretamente. É o que garante um especialista na área que pediu para não ser identificado.

Segundo ele o motor deveria estar na posição de "neutro" fazendo com que a hélice do motor parasse de girar. "Todas as questões de segurança são baseadas nas Normas de Autoridade Marítima e também na Salvaguargua da Vida Humana. Só a perícia vai poder dizer o que de fato ocorreu, mas certamente, algum ou vários procedimentos de segurança deixaram de ser seguidos", afirmou.

O especialista com mais de uma década em segurança marítima afirmou que além de o motor estar desligado ele também deveria ter sido suspenso, para evitar qualquer contato com as atletas que estavam sendo resgatadas.

CONDIÇÕES

Segundo os bombeiros estava chovendo e ventando muito no momento em que as atletas estavam participando de uma prova de natação no lago de Palmas, o que fez com que elas solicitassem o auxílio de uma lancha do corpo de bombeiros que as acompanhava. Ao tentar embarcar a terceira atleta teria ocorrido o acidente com Ludimila na parte traseira da lancha. Uma equipa da perícia técnico-científica esteve no local para tentar apurar eventuais responsabilidades.

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