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CONSCIENTIZAÇÃO

Servidores da saúde assistem palestra do Detran sobre trânsito

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A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) recebeu uma palestra do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), viabilizada pelo Núcleo de Atenção à Saúde e a Segurança do Trabalhador (NASST), com o tema “Educação para o trânsito” para conscientizar os servidores sobre as leis de trânsito e diminuir acidentes e óbitos.

“Eu gostei muito da palestra, e eu quero agradecer o pessoal do DETRAN, por essa disponibilidade deles de poder participar junto com o Núcleo de Atenção à Saúde e a Segurança do Trabalhador nesta ação. É uma maneira de sensibilizar as pessoas no trânsito, respeito e conscientização. Eu acho que não só a Secretaria da Saúde tinha que participar, mas todos da cidade de palmas”, afirmou a técnica de Segurança do Trabalho da SES-TO, Raiana Yelle Sousa.

Na palestra foi alertado sobre as principais causas de acidentes de trânsito, sendo elas, a falta de atenção, desobediência às sinalizações, ingestão de álcool ao dirigir, elevado limite de velocidade e dormir ao volante por cansaço. O cinto de segurança pode reduzir o risco de morte em 45% para pessoas do banco da frente e 75% para os do banco de trás. O uso de capacete devidamente preso à cabeça reduz em 40% a chance de morte e 70% lesões graves.

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“Nós estamos fazendo palestras com muitos grupos de pessoas porque na verdade, o trânsito é usado por todo mundo. Então, o nosso objetivo, é cumprir o papel do DETRAN, que é trabalhar a educação para o trânsito, e tentar de algum modo sensibilizar as pessoas para que esses índices de mortes e acidentes no trânsito do Tocantins, que estão altos, tenham uma redução significativa. É uma campanha permanente, nossa agência de trânsito faz isso o ano inteiro, mas trabalhamos de forma mais intensiva na campanha maio amarelo e na semana nacional do trânsito, que é em setembro”, disse o palestrante e gestor público do (DETRAN), Deusimar Santana.

A assistente social do (NASST), Gabriela Marques Teixeira, afirmou que, “nós tivemos essa palestra hoje com dois profissionais do trânsito e eu fiquei impressionada com tudo o que foi ensinado, e os vídeos que ele passou nos fez ver como tem pessoas que não têm sensibilidade no trânsito. A maioria dos acidentes é por causa de velocidade máxima e alcoolismo, por trás de quase todos os acidentes existe a falta de compreensão no trânsito. Então eu gostei muito da palestra, aprendi mais coisas que eu não sabia, e o professor está de parabéns junto com a Talita, a companheira de trabalho”.

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“Eu achei muito interessante o encontro de hoje, porque com as dicas e instruções que recebemos vamos nos policiar mais no trânsito e tentar dar o melhor da gente, para evitar acidentes e mais vítimas”, ressaltou a enfermeira da Gerência de Cotação da (SES-TO), Luciane Aquino Maciel.

SAÚDE

Saúde busca novo modelo com mais integração e uso de dados

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A ampliação da cooperação entre o SUS e a saúde privada foi o principal tema do 8º Fórum Brasil-Saúde, realizado durante a Hospitalar 2026, em São Paulo. A transformação digital ganhou destaque como ferramenta para aumentar eficiência e qualidade do cuidado, com ênfase em interoperabilidade, inteligência artificial e melhor uso de dados, ainda fragmentados nos sistemas.

“Precisamos transformar informação em conhecimento, conhecimento em estratégia e estratégia em impacto real para pacientes, profissionais, instituições e para a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirmou Francisco Balestrin (na foto acima), presidente da Federação e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (Fesaúde e SindHosp) que, junto com a CNSaúde, promoveram o evento.

Balestrin também chamou atenção para o peso político da saúde no debate público. Segundo ele, embora a área permaneça entre as principais preocupações da população brasileira, o tema frequentemente perde espaço na agenda política depois dos períodos eleitorais. O presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, destacou a importância do Fórum como espaço de articulação institucional e de construção de soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

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Representando o Ministério da Saúde, Aline de Oliveira Costa apresentou iniciativas voltadas à ampliação da atenção especializada, telessaúde, interoperabilidade de dados e modernização hospitalar. Segundo ela, o governo aposta no uso da capacidade instalada da rede privada para reduzir filas e ampliar o atendimento, incluindo modelos regionalizados de contratação e uso de estruturas ociosas.

Os debates também evidenciaram a crescente pressão sobre hospitais, impulsionada pelo envelhecimento da população, pela alta de doenças crônicas e pela demanda reprimida da pandemia, reforçando a necessidade de reorganizar a rede assistencial.

No campo econômico, especialistas alertaram para sinais de esgotamento do modelo atual de financiamento da saúde. O consenso foi de que a sustentabilidade depende de ganhos de produtividade, redução de desperdícios, novos modelos de remuneração e maior integração entre os atores do setor.

O evento também discutiu a fragmentação de dados e o potencial da inteligência artificial para viabilizar uma assistência mais integrada, preditiva e personalizada. A diretora da ANS, Carla Soares, apontou desafios na saúde suplementar, como a necessidade de as operadoras assumirem papel mais ativo na coordenação do cuidado e melhorarem a experiência dos beneficiários.

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Ela chamou atenção para dificuldades enfrentadas pelos próprios beneficiários na navegação entre consultas, exames, encaminhamentos e tratamentos dentro do sistema de saúde suplementar. O Fórum reforçou que a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro depende cada vez mais de integração, coordenação e cooperação entre público e privado. O evento reuniu representantes do governo federal, lideranças do setor e executivos.

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