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CUIDADOS

Tocantins e mais 15 Estados serão atingidos por uma nova onda de calor

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Uma nova onda de calor está atingindo o Tocantins e mais 15 estados da federação a partir da quinta-feira, 14 de dezembro. O alerta segue até o domingo, 17; foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a previsão é que o clima fique 5°C acima da média prevista para o mês de dezembro, ou seja, alguns municípios tocantinenses podem registrar temperaturas entre 38°C e 40°C.

Card: Divulgação/SESAU-TO

Como o calorão deve atingir em média, 90 cidades do Tocantins, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) orienta que toda a população, em especial, os públicos mais vulneráveis, (idosos, crianças, pessoas com problemas cardíacos, respiratórios ou de circulação, diabéticos e gestantes), fiquem atentos aos quadros de stress térmico, que pode resultar em mal-estar, transpiração excessiva e dores de cabeça.

“Como ocorre uma maior perda de água devido ao calor, recomendamos que as pessoas bebam muita água para compensar o que é perdido. E é importante lembrar que os familiares, tanto de crianças pequenas, quanto de idosos, devem oferecer água constante para garantir uma hidratação adequada. A comida também deve ser leve, dando preferências para as frutas e as saladas”, disse o técnico do Programa de Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada a Populações Expostas aos Desastres Naturais e/ou Tecnológicos (Vigidesastres) da SES-TO, Everton Ribeiro.

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Ao passar mal, é recomendado à população, que procure os serviços de saúde para saber qual é a melhor forma de tratar e reduzir o desconforto gerado pela insolação, pois se não for tratada com urgência, a insolação grave pode levar à morte. Fique atento aos sintomas e procure ajuda médica rapidamente em caso de exposição excessiva ao sol ou quando identificar algum desses sintomas.

Dicas para cuidar da saúde nas altas temperaturas

– Evite a exposição direta ao sol, em especial, entre 9h e 16h;

– Use chapéus e óculos escuros (especialmente para pessoas de pele clara). Proteja as crianças com chapéu de abas;

– Use roupa solta, de preferência de algodão, e aplique sempre protetor solar;

– Diminua os esforços físicos e repouse frequentemente em locais à sombra, frescos e arejados;

– Aumente a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar, mesmo sem ter sede;

– Os recém-nascidos, as crianças, os idosos e as pessoas doentes podem não sentir sede. Ofereça-lhes água!

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– Evite bebidas alcoólicas e com elevado teor de açúcar;

– Faça refeições leves, pouco condimentadas e mais frequentes.

SAÚDE

Saúde busca novo modelo com mais integração e uso de dados

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A ampliação da cooperação entre o SUS e a saúde privada foi o principal tema do 8º Fórum Brasil-Saúde, realizado durante a Hospitalar 2026, em São Paulo. A transformação digital ganhou destaque como ferramenta para aumentar eficiência e qualidade do cuidado, com ênfase em interoperabilidade, inteligência artificial e melhor uso de dados, ainda fragmentados nos sistemas.

“Precisamos transformar informação em conhecimento, conhecimento em estratégia e estratégia em impacto real para pacientes, profissionais, instituições e para a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirmou Francisco Balestrin (na foto acima), presidente da Federação e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (Fesaúde e SindHosp) que, junto com a CNSaúde, promoveram o evento.

Balestrin também chamou atenção para o peso político da saúde no debate público. Segundo ele, embora a área permaneça entre as principais preocupações da população brasileira, o tema frequentemente perde espaço na agenda política depois dos períodos eleitorais. O presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, destacou a importância do Fórum como espaço de articulação institucional e de construção de soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

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Representando o Ministério da Saúde, Aline de Oliveira Costa apresentou iniciativas voltadas à ampliação da atenção especializada, telessaúde, interoperabilidade de dados e modernização hospitalar. Segundo ela, o governo aposta no uso da capacidade instalada da rede privada para reduzir filas e ampliar o atendimento, incluindo modelos regionalizados de contratação e uso de estruturas ociosas.

Os debates também evidenciaram a crescente pressão sobre hospitais, impulsionada pelo envelhecimento da população, pela alta de doenças crônicas e pela demanda reprimida da pandemia, reforçando a necessidade de reorganizar a rede assistencial.

No campo econômico, especialistas alertaram para sinais de esgotamento do modelo atual de financiamento da saúde. O consenso foi de que a sustentabilidade depende de ganhos de produtividade, redução de desperdícios, novos modelos de remuneração e maior integração entre os atores do setor.

O evento também discutiu a fragmentação de dados e o potencial da inteligência artificial para viabilizar uma assistência mais integrada, preditiva e personalizada. A diretora da ANS, Carla Soares, apontou desafios na saúde suplementar, como a necessidade de as operadoras assumirem papel mais ativo na coordenação do cuidado e melhorarem a experiência dos beneficiários.

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Ela chamou atenção para dificuldades enfrentadas pelos próprios beneficiários na navegação entre consultas, exames, encaminhamentos e tratamentos dentro do sistema de saúde suplementar. O Fórum reforçou que a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro depende cada vez mais de integração, coordenação e cooperação entre público e privado. O evento reuniu representantes do governo federal, lideranças do setor e executivos.

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