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AGRONEGÓCIO

Rota da Pecuária chega à região central para apresentar as tecnologias de criação do gado de corte

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Em sua quarta parada realizada nesta quinta-feira, 30, a Rota da Pecuária, desenvolvida pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), esteve na Fazenda São Geraldo/Agrojem, localizada em Marianópolis, região central do Estado. No local é feito o ciclo completo do gado de corte, cria, recria e engorda em semiconfinamento, onde anualmente são abatidas cerca de 60 mil cabeças de gado. Aproximadamente 95% da carne produzida na propriedade é exportada principalmente para a China.

Genética

Outro destaque da Agrojem é a genética Nelorejem, sendo a alta qualidade do rebanho. Atualmente, a Agrojem possui com a genética 300 touros e 200 matrizes dispostos ao mercado, e 1.000  matrizes em reprodução. Para o gerente de genética da fazenda, Thiago Amorim, a propriedade busca fomentar o programa de genética do Estado, no intuito de fornecer a tecnologia para os criadores de gado. “A base de seleção da Nelorejem é a eficiência alimentar, ganho de carcaça, desempenho ao ano, desmama ao ano, lombo e acabamento de gordura”, explicou. 

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Já o diretor de operação da Agrojem, Cleiton Custódio, disse que hoje a genética aplicada na inseminação das 100 mil matrizes é bem selecionada. “Usamos os melhores sêmen do Brasil, com alto padrão de produção, um animal que tem uma carga financeira e genética, o qual disponibilizamos para o mercado”, disse.

Empregos

A Agrojem é um  empresa genuinamente tocantinense,  que só compra gado de empresas do Tocantins e gera 650 empregos em fazendas e escritórios de norte a sul do Estado,  sendo um total de 20 unidades, mais a sede corporativa. Possui 50 mil hectare de área própria, 100 mil hectare em área de parceria e 50 mil de área preservada.

IPL

A Agrojem possui também uma área  no sistema Integração Lavoura-Pecuária (ILP), na qual cria mais de 11 mil animais em recria a pasto, tendo capacidade de ganhar 100 quilos de carcaça em 100 dias.

Para o gerente de genética da fazenda, Thiago Amorim a propriedade busca fomentar o programa de genética do Estado, no intuito de fornecer a tecnologia para os criadores de gado. “A base de seleção da Nelorejem é a eficiência alimentar, ganho de carcaça, desempenho ao ano, desmama ao ano,  lombo e acabamento de gordura”, explicou.

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Quarto dia

De acordo com o diretor de Agricultura, Agronegócio e Pecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), José Américo Vasconcelos, nesses quatro dias da Rota da Pecuária foram visitadas, pequenas, médias e grandes propriedades rurais. “Percebemos que é uma verdadeira fábrica a céu aberto, onde se atrela a tecnologia, genética e produção. De onde saí grande parte da exportação da carne tocantinense, sendo um exemplo para o Tocantins e o Brasil, agregando lucro, produção e tecnologia”, enfatizou.

A genética Nelorejem, principal utilizada na Fazenda São Geraldo/Agrojem – Lincol Filho/Governo do Tocantins

Fonte: Agro – GOV TO

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AGRONEGÓCIO

Sebrae leva inteligência de mercado e inovação à Agrotins 2026

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Em um cenário de expansão da fronteira agrícola e maior exigência por eficiência no campo, o Sebrae Tocantins estrutura sua participação na Agrotins 2026 com foco na qualificação dos pequenos negócios rurais. Com expectativa de movimentar cerca de R$ 3 bilhões, a feira, que é a maior do segmento na região norte do País, se consolida como um dos principais termômetros do agro no Estado e reforça o papel da instituição na difusão de práticas que ampliam competitividade, acesso a mercado e sustentabilidade.
Neste ano, a instituição organiza uma programação técnica distribuída ao longo da feira, com conteúdos que abordam desde inteligência de mercado até gestão e inovação no campo. A iniciativa busca aproximar o produtor rural de soluções práticas e atualizadas, capazes de impactar diretamente a produtividade e a tomada de decisão nos negócios do agro.
Entre os destaques da programação está o 1º Simpósio Taura – Eficiência na Pecuária. O momento reúne especialistas para discutir inteligência de mercado e tomada de decisão no setor, com a palestra “O jogo do mercado do boi”, ministrada por João Seba. O conteúdo dialoga diretamente com um cenário cada vez mais orientado por dados e oscilações de preços, o que exige profissionalização da atividade pecuária.
A agenda inclui ainda nomes de peso do setor produtivo e da comunicação do agro. O biólogo e influenciador Richard Rasmussen conduz a palestra sobre agronegócio, sustentabilidade e os desafios contemporâneos da produção, enquanto o analista Ronaty Makuko apresenta projeções e cenários para a pecuária de corte na safra 2026/2027.
A programação também evidencia a preocupação com diversidade e gestão. O Encontro Mulheres do Agro, com Nina Ploger, amplia o debate sobre liderança feminina no campo, enquanto o seminário “Gestão Contábil no Setor Rural”, com Fernanda Bueno, reforça a importância da profissionalização administrativa como fator decisivo para a longevidade dos negócios.
As atividades ocorrem em diferentes espaços da feira, como auditórios da Unitins, Senar e estruturas temáticas da própria Agrotins, o que amplia o alcance das capacitações e integra instituições parceiras em uma estratégia conjunta de desenvolvimento.
A atuação do Sebrae na feira vai além das palestras. A instituição consolida sua presença como agente de transformação no campo, oferece consultorias, programas de inovação e soluções tecnológicas que impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das propriedades rurais. Na prática, trata-se de aproximar o pequeno produtor de ferramentas que antes estavam restritas a grandes operações.
Na avaliação do diretor do Sebrae Tocantins, Rogério Ramos, a participação na Agrotins reflete uma estratégia consistente de fortalecimento do ambiente de negócios no campo, com foco na geração de valor e na competitividade dos pequenos produtores. Segundo ele, a instituição atua para reduzir assimetrias de informação e ampliar o acesso a soluções que permitem decisões mais assertivas dentro da propriedade e na relação com o mercado.
“O que construímos aqui vai além de uma agenda de palestras. É uma jornada de transformação para o produtor rural, baseada em informação qualificada, inovação aplicada e gestão eficiente. O empreendedor precisa estar preparado para interpretar o cenário econômico, adotar tecnologias e se posicionar de forma estratégica. É assim que promovemos um agro mais competitivo, sustentável e integrado às novas demandas globais”, aposta o diretor.
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