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Estado terá que adquirir equipamento para normalizar a realização de cirurgias neurológicas no HGP

A falta do equipamento “arco cirúrgico” e a falta de insumos também tem atrasado as cirurgias neurológicas.

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Representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Defensoria Pública Estadual (DPE) e Governo do Estado participaram de audiência de conciliação na 3ª Vara da Fazenda Pública de Palmas, nesta sexta-feira, 7, visando à regularização da oferta de cirurgias neurológicas no Hospital Geral Público de Palmas (HGP). Em razão da falta do equipamento denominado “arco cirúrgico” no centro cirúrgico da unidade hospitalar, os procedimentos de neurologia foram transferidos para o setor de hemodinâmica do HGPP, de modo que este espaço tenha seu uso conciliado pelas duas especialidades médicas.

A falta de insumos também tem atrasado as cirurgias neurológicas. Como agravante da situação, pacientes que poderiam ser transferidos para unidades hospitalares de menor complexidade ou aguardar pelas cirurgias em suas residências permanecem internados no HGPP, ocupando leitos desnecessariamente e ficando sujeitos a infecção hospitalar.

Para regularizar a realização das cirurgias, a juíza Silvana Maria Parfieniuk determinou que a Controladoria-Geral do Estado (CGE) se manifeste, em caráter de urgência, no processo de compra do arco cirúrgico. Após a manifestação do CGE, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesau) terá até 24 de abril para realizar o procedimento de empenho, viabilizando a compra do equipamento.

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A Sesau também terá que apresentar à Justiça a lista dos pacientes que aguardam por neurocirurgias, apontando os que precisam permanecer internados no HGPP e os que podem ser transferidos para outros hospitais ou para internação domiciliar.

Também foi determinado que a pasta da Saúde apresente uma lista dos insumos necessários às cirurgias neurológicos que se encontram em falta, acompanhada da cotação de preço de cada um deles. A intenção é bloquear os recursos necessários e expedir decisão judicial para a aquisição desse material. O prazo para a apresentação da lista com a respectiva cotação de preços é até o dia 17 de abril.

Participaram da audiência de conciliação Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery e o Defensor Público Arthur Luiz Pádua Marques, autores da Ação Civil Pública que requer a regularização da oferta de cirurgias neurológicas.

Da parte do Estado do Tocantins, participaram da audiência o secretário estadual da Saúde, Marcos Esner Musafir; o procurador do Estado  Klédson de Moura Lima; o superintendente jurídico da Sesau, Franklin Moreira dos Santos; o superintendente de Aquisição e Logística da Sesau, Afonso Piva de Santana; o diretor-geral do HGPP, Daniel Martins Hiramatsu; o diretor administrativo do HGPP, Leonardo de Oliveira Toledo; o chefe de neurocirurgia do HGPP, Antônio Castelo Branco; o coordenador de Hemodinâmica do HGPP, Andres Sanchez; e o diretor jurídico do HGPP, Mário Roberto de Azevedo Bittencourt.

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Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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