CIDADES
Semus encerra mais uma etapa de aplicação do fumacê na Capital
O cronograma de aplicação se encerra neste domingo, 28, contemplando as regiões com maior número de notificações de dengue, zika e chikungunya.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) encerra mais um ciclo de aplicação do inseticida Ultra Baixo Volume (UBV) pesado, popularmente chamado de fumacê. O cronograma de aplicação se encerra neste domingo, 28, contemplando as regiões com maior número de notificações de dengue, zika e chikungunya. O uso do fumacê foi empregado na Capital como complemento às ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor de várias doenças, entre elas a dengue, que teve um grande aumento de casos este ano. A primeira etapa foi realizada nos meses de janeiro e fevereiro de 2019 e a segunda se iniciou logo nos primeiros dias de abril deste ano.
De acordo com a gerente da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ), Betânia Costa, uma nova etapa de aplicação do fumacê poderá ocorrer, dependendo dos resultados obtidos, após um novo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) que deve ser feito em maio. “Vamos fazer novas avaliações, um novo LIRAa. Precisamos dos dados epidemiológicos para avaliar se ainda há necessidade de mais à frente aplicar o fumacê. O LIRAa será feito no final de maio, mas enquanto isso, vamos continuar intensificando as ações de vigilância em campo, levantando também os índices de infestação por meio das visitas domiciliares dos agentes de combate às endemias”, ressalta a gerente.
Betânia reforça a importância do envolvimento da população no combate ao Aedes aegypti. “O que garante a efetividade das nossas ações é a participação da população fazendo a vigilância semanalmente nas suas casas”, conclui.
Quadras contempladas
De acordo com o cronograma, nesta quarta-feira, 24, o trabalho será realizado nos setores Maria Rosa, Belo Horizonte, Vale do Sol e Jardim Canaã e nas quadras Arnos 41, 43, 72 e 73. Na quinta-feira, 25, serão contempladas as quadras Arses 33, 61 e 65. Na sexta-feira, 26, o fumacê será aplicado nos setores Sol Nascente, Morada do Sol, Jardim Janaína, Arne 14, Arno 61 e Arnos 12 e 21 e ACNO 1.
No sábado, 27, novamente é a vez dos setores Maria Rosa, Belo Horizonte, Vale do Sol e Jardim Canaã e das quadras Arnos 41, 43, 72 e 73. E no domingo, 28, as aplicações se encerram nas Arses 33, 61 e 65.
Nestes locais dois veículos circularão em diferentes turnos, das 5 às 8 horas e das 17 às 20 horas. Vale reforçar que dependendo da meteorologia do dia, o período da circulação do carro fumacê pode ser alterado. A orientação é que os moradores deixem as portas e janelas abertas para maior circulação do produto no interior das casas, onde os mosquitos costumam se abrigar.
Sobre o inseticida
A pulverização do UBV ou nebulização espacial é a aplicação de inseticida em dosagens baixas, por meio de equipamentos que quebram as partículas da calda inseticida em minúsculas gotículas que, em suspensão, poderão atingir letalmente o mosquito. Tem efeito efêmero (somente em suspensão), é inespecífica (atua sobre qualquer outro organismo) e age apenas em mosquitos adultos.
O inseticida não mata as larvas do mosquito, que estão em caixas d’água, potes, baldes, pneus, lajes, dentre outros pontos de água parada. Por isso, a população tem papel importante na eliminação de criadouros, que deve ser realizada pelo menos uma vez por semana em vistoria a sua própria residência. Assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido.
Cronograma de circulação do carro fumacê:
Quarta – 24 de abril
– Manhã – Maria Rosa, Belo Horizonte, Vale do Sol, Jardim Canaã, Arnos 72 e 73
– Tarde – Arnos 41 e 43
Quinta – 25 de abril
– Manhã – Arses 33 e 65
– Tarde – Arse 61
Sexta – 26 de abril
– Manhã – Sol Nascente, Arnos 12 e 21 e ACNO 1
– Tarde – Sol Nascente, Morada do Sol, Jardim Janaína, Arne 14 e Arno 61
Sábado – 27 de abril
– Manhã – Maria Rosa, Belo Horizonte, Vale do Sol, Jardim Canaã, Arnos 72 e 73
– Tarde – Arnos 41 e 43
Domingo – 28 de abril
– Manhã – Arses 33 e 65
– Tarde – Arse 61
CIDADES
Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas
Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).
Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.
“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.
O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.
Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.
Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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