“Entramas”
Atrizes da Companhia A Barraca integram elenco do longa-metragem “Entramas”
Considerada uma das mais antigas companhias de Teatro do Tocantins, fundada ainda no ano de 2002, a Companhia A Barraca conta com três atrizes no elenco do longa-metragem “Entramas”, do diretor Justino Vettore e Fábrica Produções. São elas – Ana Kamila Castaño, Cleuda Milhomem e Magna Carneiro, que compõem o elenco principal da produção audiovisual.
Em fase de preparação de elenco para as gravações que se iniciam na próxima semana, em Taquaruçu, elas contam que o roteiro do filme muito se assemelha com a trajetória artística delas, por se tratar da história de uma trupe de teatro mambembe. “Já tive algumas participações no cinema, mas Entramas tem um gostinho especial da nossa trajetória enquanto atrizes, da vida quase cigana do artista de rua”, destaca Cleuda Milhomem, considerada uma das atrizes pioneiras do estado do Tocantins, iniciando a carreira há mais de 30 anos, ainda em Porto Nacional.
Na trama ela viverá a personagem Camélia, da trupe Flores. “É uma mulher destemida, alegre, conectada com a natureza e apaixonada pelos sobrinhos. Tudo a ver comigo”, expressa a artista. Para ela, fazer parte desse projeto é uma honra. “Acompanho de perto a trajetória do diretor Justino Vettore no audiovisual e também no teatro e tenho certeza que os palmenses ficarão orgulhos com o resultado final desse projeto forte e de uma sensibilidade gigantesca”, complementa a artista.
Enquanto Cleuda vive a personagem em sua fase adulta, a atriz Ana Kamila Castaño viverá a mesma personagem em sua fase jovem. “Uma mulher forte, mística, alto astral e que ama cuidar da família. Muito a ver comigo também”, declara a atriz. Para ela, estar no filme como elenco e também compor a equipe de produção é a realização de um sonho. “Acredito que oportunidades como essas abrem portas para novos projetos, além de enriquecer as práticas artísticas”, complementa.
Já a atriz Magna Carneiro, que conjuntamente com Cleuda Milhomem é fundadora da Companhia A Barraca, vive na trama a personagem Begônia. “Uma mulher forte, determinada e preocupada com a família. Por trás de uma personalidade marcante, ela tem seu momentos espirituosos de amor e cuidado com os sobrinhos, mas esconde segredos e isso a faz ser um tanto fechada e introspectiva. Na busca por seus objetivos ela enfrenta todos”, adianta Magna.
Trajetória
Para as atrizes da Companhia A Barraca, integrar o elenco de Entramas e um reconhecimento da trajetória de dedicação à cultura no Tocantins. “A gente tem a honra de dividir a cena com outras personalidades da cultura no Tocantins, como a Meire Maria, a primeira bailarina do estado do Tocantins”, complementa Magna.
Ana Kamila complementa que “Entramas” é uma produção que se destaca não apenas pela sua trama envolvente, mas também pela qualidade de sua equipe técnica e de elenco. “A credibilidade da equipe só reforça o nosso sentimento de compromisso do filme com a excelência artística”, ressalta.
Entramas
O filme conta a história da família Flores, que possui uma trupe de teatro mambembe e vive momentos delicados após a morte de seu menestrel. Após o ocorrido, as relações familiares se estremecem. O palco não convence mais e sem a caracterização restará a cada um lidar com a própria verdade: hora de o passado ser tirado a limpo.
Antúrio está atormentado pela morte do pai e coloca sobre si o peso de assumir o comando da trupe e ter que proteger a irmã caçula. Yasamin, vive o primeiro amor ao lado de Lírio enquanto é preparada pelas tias, Camélia e Begônia para assumir o lugar de primeira atriz da trupe. A caminho de um festival tradicional de teatro no interior, a Kombi que os transporta quebra em meio ao sertão e os obriga a pernoitar no local, então, em volta de uma fogueira, a revelação de um segredo mexe ainda mais com os ânimos da trupe e os sentimentos dolorosos antes agasalhados no silêncio de cada um mexerá com a estrutura da família. O que Antúrio e Yasamin não imaginam é que integram um plano de vingança tramado obsessivamente pelas tias.
Perfis
Ana Kamila Castaño: Natural de Fortaleza-CE, é atriz, contadora de histórias, arte educadora e pedagoga. Atua profissionalmente em Palmas, desde 2012, nas áreas do teatro, audiovisual, publicidade e literatura. É autora do livro ” A menina que descobriu a poesia, lançado pela Editora Vecchio em 2022.
Cleuda Milhomem: Natural de Porto Nacional, é uma das atrizes pioneiras do Tocantins com uma carreira que já ultrapassa os 30 anos. É atriz, arte-educadora e produtora cultural. Iniciou sua atuação e militância cultural em 1989 no Grupo de Teatro Chama Viva e desde então já atuou em mais de 30 espetáculos e 10 produções audiovisuais.
Magna Carneiro: É atriz, professora, diretora de teatro e escritora. Iniciou sua carreira a mais de 25 anos no Tocantins. Desde 2002 faz parte da Companhia A Barraca e vem atuante dentro do processo artístico desenvolvendo projetos na área cultural. Magna é uma apaixonada pela arte de representar, em 2021 se aventurou na parte da literatura e teve a oportunidade de lançar seu primeiro livro.
CULTURA
Museu Casa Suçuapara e distrito de Taquaruçu receberão programação da Semana Nacional do Museu 2026
O Museu Casa Suçuapara Governador Siqueira Campos, localizado no Parque Cesamar, e o Museu Casa Vitor, no distrito de Taquaruçu, serão palco da programação da 24ª Semana Nacional do Museu 2026, em Palmas. Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus, em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, celebrado na segunda-feira, 18, a semana contará com rodas de conversa, palestras, apresentações culturais e debates sobre história, memória e patrimônio cultural do Tocantins.
A programação acontecerá majoritariamente no período noturno e reunirá pioneiros, pesquisadores, representantes culturais e moradores que participaram da construção histórica de Palmas e Taquaruçu. A programação é gratuita e organizada pela Fundação Cultural de Palmas (FCP).
No Cesamar
A abertura da programação será no Museu Casa Suçuapara Governador Siqueira Campos, na segunda-feira, 18, às 19 horas, com a roda de conversa ‘História e memória da Capital: pioneiros na formação econômica de Palmas”. Ainda na segunda-feira, às 20h30, será realizada a atividade ‘Entre versos e memórias: poesias sobre Palmas’, com música regional.
Na quarta-feira, 21, às 19 horas, o museu recebe a roda de conversa ‘Patrimônio, memória e desenvolvimento: os primeiros olhares sobre a política palmense”. Em seguida, às 20h30, haverá a palestra ‘Patrimônio cultural: tombamento e registro de bens em Palmas’.
Em Taquaruçu
O encerramento da programação será no sábado, 23, às 18 horas, na Casa Vitor, em Taquaruçu, com o ‘Café Museológico’. O tema do encontro será “História e memória de Taquaruçu: o olhar de quem ajudou a construir Palmas’.

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