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IMUNIZAÇÃO

Ministério da Saúde começa distribuição da vacina contra a dengue na próxima semana

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A distribuição da vacina contra a dengue para os 521 municípios selecionados pelo governo federal começa na próxima semana. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1) pelo diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eder Gatti, em reunião tripartite na sede da Organização Pan-americana da Saúde (Opas), em Brasília. 

pasta aguardava a tradução para o português da bula do imunizante Qdenga, uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao fabricante, o laboratório japonês Takeda.

Nesta quarta-feira (31), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse que a questão seria resolvida por meio do envio do arquivo em formato digital.

Arte Mapa vacinação dengue por estado

Em razão de uma quantidade limitada de doses a serem fornecidas por parte do próprio laboratório, a vacinação contra a dengue vai priorizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações depois dos idosos.

Pessoas com mais de 60 anos não têm indicação para receber a dose em razão da ausência de estudos clínicos.

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A previsão do ministério é que as doses adquiridas possam imunizar cerca de 3,2 milhões de pessoas ao longo de 2024.

“São quase 40 anos enfrentando epidemias de dengue”, lembrou Nísia, ao destacar que, este ano, a explosão de casos foi agravada pelas mudanças climáticas e as altas temperaturas. “É o momento de estarmos juntos, o Brasil unido pela dengue”, disse a ministra.

SAÚDE

MP investiga angioplastia de R$ 74 mil em idoso de 90 anos após suspeita de procedimento desnecessário em Palmas

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O Ministério Público do Tocantins instaurou inquérito civil para investigar um procedimento de angioplastia realizado em um paciente de 90 anos em Palmas após suspeita de que a intervenção teria sido desnecessária e provocado agravamento no quadro de saúde do idoso.

A portaria foi assinada pelo promotor Vinicius de Oliveira e Silva, da 9ª Promotoria de Justiça da Capital, e publicada no Diário Oficial do MP desta terça-feira (19).

Segundo o documento, o procedimento teria sido realizado em uma clínica privada pelo valor de R$ 74 mil e contrariado uma recomendação médica inicial. O Ministério Público afirma que o caso envolve um médico que também exercia função pública.

De acordo com a portaria, o procedimento preparatório que originou a investigação recebeu informações encaminhadas pela 27ª Promotoria de Justiça da Capital relatando que o paciente “teria sido submetido a angioplastia desnecessária e custosa”, situação que teria resultado em “grave piora da saúde do paciente”.

O MP também registrou que já existe outro procedimento em tramitação na área da saúde tratando do mesmo episódio e com “mais elementos de prova”.

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Na decisão, o promotor destaca que a apuração envolve possível violação aos princípios da administração pública, entre eles legalidade, moralidade e eficiência, além de possível repercussão sobre patrimônio público e interesses coletivos.

O inquérito ainda não individualiza investigados. A portaria determina solicitação de cópia integral do procedimento que tramita na 27ª Promotoria de Justiça e a publicação oficial da investigação no Diário Oficial do Ministério Público.

O procedimento foi instaurado com base na Lei da Ação Civil Pública e poderá subsidiar eventual responsabilização cível por improbidade administrativa ou dano ao patrimônio público, a depender do avanço das apurações.

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