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AGRONEGÓCIO

Comprovação da vacinação antiaftosa encerra amanhã

Para comprovar é preciso levar a nota fiscal da compra da vacina e a carta aviso com os dados do rebanho.

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Os produtores rurais de bovídeos (bovinos e bubalinos) têm até sexta-feira, 10, para declarar, obrigatoriamente, a vacinação contra a febre aftosa nos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec). Para comprovar a vacinação é preciso levar a nota fiscal da compra da vacina e a carta aviso com os dados do rebanho, por idade e sexo. A expectativa da campanha é de que 8,4 milhões de animais tenham recebido a dose da vacina. Alguns municípios já atingiram 100% do rebanho.

 

A multa para quem não vacinou é R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada. “Após o fim do prazo para comprovação da vacina identificamos os inadimplentes e realizamos a vacinação acompanhada, com intuito de vacinar 100% do rebanho”, alerta o responsável técnico pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, Márcio Rezende.

 

O Tocantins ocupa o 11º lugar no número de rebanho de bovídeos do país, distribuídos em mais de 52 mil propriedades rurais cadastradas com esses animais. Está há 19 anos livre da doença com vacinação celebrando altos índices vacinais. “Recentemente conquistamos a habilitação para exportamos carne industrializada para União Europeia, isto comprova a qualidade dos nossos produtos e o reconhecimento do nosso trabalho em parceria com os produtores rurais”, destaca o presidente da Adapec, Humberto Camelo.

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Campanha

A venda da vacina contra febre aftosa é proibida fora do período das campanhas, salvo em casos excepcionais autorizados pela Adapec. A primeira etapa da campanha ocorreu entre os dias 1º e 31 de maio. Na segunda etapa, realizada de 1º a 30 de novembro, a vacinação é parcial abrangendo somente os animais com até 24 meses de idade.

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AGRONEGÓCIO

Agropecuaristas e parceiros destacam importância da Rota da Pecuária para os produtores rurais tocantinenses

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Na quinta parada da Rota da Pecuária, na tarde dessa quinta-feira, 30, na Fazenda Boa Fortuna, localizada no município de Pium, agropecuaristas e parceiros destacaram a importância da Rota da Pecuária para o desenvolvimento da pecuária tocantinense. A fazenda abate anualmente 20 mil cabeças de gado, que são criados no sistema ciclo completo (cria, recria e engorda), e exporta 100% da carne para a China, empregando 90 funcionários.

Para o coordenador de agronegócio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), José Daniel Tavares, a Rota da Pecuária é uma iniciativa louvável do Governo do Tocantins para o incentivo à pecuária tocantinense. “Isso possibilita ao produtor agregar e aumentar a produtividade no agronegócio. O Sebrae é parceiro da Secretaria da Agricultura no programa Mais Genética, levando novas tecnologias para o produtor, visando à alta produção no campo”, destacou.

Para o diretor da Fazenda Boa Fortuna, Ronaldo Rabelo, que trabalha na fazenda deste o início da implantação das tecnologias, a chegada do pivô e o confinamento possibilitaram triplicar a capacidade de produção da fazenda. “E a Rota da Pecuária vem fortalecer ainda mais, mostrando e apresentando novas tecnologias para o incremento da agropecuária”, ressaltou.

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De acordo com a coordenadora comercial da empresa Frísia, Erica Lima, essa é uma ação que mostra, na prática, a realidade que temos de tecnologia e inovação. “É muito importante o produtor estar inserido nesta iniciativa. E a Frísia não poderia estar de fora, estamos consolidados e, em breve, investiremos na pecuária de corte”, afirmou.

A agropecuarista da região do Bico do Papagaio, Maria Vilela, uma das pecuaristas que acompanham as atividades de campo, explicou: “Vim participar deste projeto pecuarista muito importante. Aqui, estamos vendo tecnologia simples e avançadas, ou seja, descobrindo uma nova pecuária aqui no Tocantins”, detalhou.

Já a proprietária das fazendas Trevo, Inara Mota Machado, que utiliza o sistema de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP), “essa ação da Secretaria da Agricultura, de incentivar aos produtores, motiva ainda mais a buscar a inovação tecnológica e a estruturação da fazenda para aumentar a produtividade no campo”. 

Fonte: Agro – GOV TO

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