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Casos confirmados de dengue reduzem mais de 50% no início deste ano na capital

As notificações reduziram 37% nos primeiros meses de 2021, em relação ao mesmo período de 2020.

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Palmas registrou diminuição de casos confirmados e notificações de dengue, doença causada pelo mosquito Aedes aegypti, nos primeiros meses de 2021. Os dados são do Monitoramento Semanal de Arboviroses da Secretaria Municipal da Saúde de Palmas (Semus) que verificou uma redução de 50,28% de confirmações. De 1º de janeiro a 4 de abril foram confirmados 86 casos, bem menos que os 173 casos confirmados no mesmo período de 2020. (continua abaixo)

Conforme o monitoramento, os casos notificados também sofreram redução, neste caso de 37,59%. Foram 899 casos de dengue notificados em 2020 para 561 este ano.

Para o gerente da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ), Auriman Cavalcante, a redução está ligada ao cuidado que a população tem tido em seus quintais, concomitante ao trabalho dos agentes de Endemias da UVCZ e a não circulação de tipos de vírus da dengue na cidade.

“A população trabalhou efetivamente na limpeza de seus quintais neste período [de pandemia] em que muitas pessoas estão em casa e o trabalho dos agentes também continuou. Outro motivo foi que tivemos apenas um dos quatro tipo de vírus da dengue circulando em Palmas, conforme amostras analisadas pela UVCZ”, afirma o gestor. (continua abaixo)

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Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, há quatro tipos de vírus da dengue: Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4. Eles são da mesma família do vírus que causa a febre amarela, e tanto a dengue quanto a febre amarela são transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. O único tipo de vírus encontrado em Palmas foi o Den-2.

Manutenção dos cuidados

O gerente lembra que a população deve continuar cuidando do quintal e prevenindo a proliferação de focos do mosquito. “Sempre orientamos que as pessoas separem ao menos dez minutos semana para fazer a vistoria nos quintais. O tempo é suficiente para checar se há focos do mosquito e prevenir as doenças causadas por ele, uma vez que esta ação simples interrompe o ciclo de vida do mosquito”, alerta Cavalcante.

O trabalho para combater o mosquito também tem sido contínuo com as equipes de outras pastas como Infraestrutura, Guarda Metropolitana, Desenvolvimento Urbano e Serviços Regionais que, em conjunto com os agentes de Endemias da UVCZ, realizam vistorias nos estabelecimentos comerciais, visitas domiciliares para detecção, remoção e/ ou eliminação de criadouros, além das visitas aos imóveis de imobiliárias, e a ainda há o ingresso forçado em imóveis fechados e/ ou abandonados, seguindo legislação pertinente.

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Dicas de prevenção:

1 – Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;

2 – Retirar água dos pratos de plantas;

3 – Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;

4 – Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que sirva para reservar água;

5 – Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas, copos plásticos, latas, dentre outros.

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Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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