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PROJETO NOSSA ENERGIA

Famílias em Wanderlândia recebem orientações sobre tarifa social de energia

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Entre os dias 03 e 04 de outubro, o projeto Nossa Energia estará em Wanderlândia, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. Durante esse período, serão substituídas lâmpadas incandescentes e fluorescentes por lâmpadas LED, que são mais econômicas e sustentáveis e oferecidas orientações sobre a o desconto da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). Na cidade, 548 famílias têm direito a receber descontos na conta de energia por meio do Número de Identificação Social (NIS), mas ainda não usufruem desse benefício. Além disso, quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também tem direito à Tarifa Social. O Projeto possui apoio da Prefeitura Municipal.
O Analista de Eficiência Energética da Energisa Tocantins, Domingos Júnior, explica que projeto “Nossa Energia” é parte do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e desenvolvido pela Energisa no Tocantins. De acordo com ele, um dos objetivos do projeto é o de conscientizar as comunidades sobre o consumo consciente de energia elétrica. “Em média, temos realizado a troca de 1,4 mil lâmpadas por município, o que mostra o sucesso dessa iniciativa. Em Wanderlândia queremos continuar este trabalho tão importante, orientando a população de forma eficiente e sustentável. É gratificante ver como as comunidades têm abraçado essa iniciativa e estão dispostas a fazer sua parte na busca por uma energia mais sustentável e acessível. Esperamos continuar esse trabalho e alcançar ainda mais famílias, levando os benefícios do projeto Nossa Energia para milhares de famílias tocantinenses”, explicou.
Tarifa Social
A Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) é um benefício concedido para famílias com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa; famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento – nesse caso com renda mensal de até três salários-mínimos; e famílias indígenas, quilombola ou com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A classificação dos beneficiados é determinada pela Resolução Normativa nº 1000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, órgão regulador do setor elétrico. Para participar o cidadão precisa estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e manter os dados atualizados junto ao CRAS do seu município.
“É muito importante que as famílias que têm direito ao benefício mantenham o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal atualizado, pois, com o cadastro ativo e atualizado, o acesso ao benefício é automático”, informa a coordenadora comercial da Energisa, Andréa Albernaz. Os descontos são proporcionais ao consumo de energia elétrica do imóvel e quanto menor o consumo, maior será o desconto.  Veja:
– Para o consumo de até 30 kWh mensais, o desconto é de 65%. De 31 kWh a 100 kWh, 40%; de 101 kWh a 220 kWh, 10%. A partir de 221 kWh o cliente não recebe o desconto.
– Para os clientes quilombolas e indígenas, o cálculo é diferente: até 50 kWh mensais, o desconto é de 100%. De 51 kWh a 100 kWh, 40%; de 101 kWh a 220 kWh, 10% e a partir de 221 kWh, não há desconto.
Quem estiver dentro dos critérios não precisa nem sair de casa para ser incluído na Tarifa Social. Pela Gisa, a atendente virtual da Energisa é possível se inscrever. O canal de atendimento é via web pelo endereço www.gisa.energisa.com.br.
Serviço
O quê: Distribuição de Lâmpadas de LED e orientações sobre Tarifa Social
Quando: 03 e 04 de outubro – das 09h às 12h e das 14h às 16h
Local: Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) em Wanderlândia
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CIDADES

Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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