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Hospital de Doenças Tropicais da UFT realiza campanha de prevenção à conjuntivite

Devido o alto número de casos de conjuntivite registrados, campanha tem o objetivo quebrar a cadeia de transmissão desta doença contagiosa na unidade de saúde.

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O alto número de casos de conjuntivite registrados no cenário nacional e o índice elevado desta enfermidade acometidos entre os colaboradores do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT), instituição filiada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) estimulou a realização de campanha preventiva com objetivo de quebrar a cadeia de transmissão desta doença contagiosa na unidade de saúde.

Durante a primeira semana do mês de abril, foram realizadas ações coordenadas pelo Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente (SVSSP) em parceria com profissionais de outros departamentos. As atividades contemplaram “pit stops” com abordagens orientativas e distribuição de panfletos educativos; e para encerrar, ocorreu o “diálogo sementes”, ministrado pela médica oftalmologista, Tatiana Arraes, no Hall do hospital.

Na ocasião, o chefe do SVSSP, enfermeiro Jáder José Rosário da Silva, abriu o encontro apresentando o levantamento dos números de casos notificados no hospital, frisando a necessidade em se colocar em execução o plano de intervenção, principalmente no sentido de cada trabalhador ser consciente de sua parte. “É fundamental a prática diária de higienização das mãos pelos profissionais a fim de minimizar os riscos de transmissão da conjuntivite, sendo esta uma ação preventiva contra o agravo”, comentou.

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Já a especialista falou sobre os tipos da doença que se caracteriza pela inflamação da conjuntiva [membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra], causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus. “Não só por estarmos em um ambiente hospitalar, mas principalmente nos locais públicos em geral, transportes, clubes, região que tem muita aglomeração, o ideal é que se tenha o cuidado de evitar levar a mão aos olhos, higienizando-as sempre”, reforçou também a médica, enfatizando a importância de se procurar um oftalmologista para ter um diagnóstico preciso.

Sintomas

A conjuntivite geralmente compromete os dois olhos, não necessariamente ao mesmo tempo, sendo o contagio feito pelo contato direto com a pessoa doente ou objetos contaminados. Os sintomas mais frequentes são: olhos vermelhos e lacrimejantes; inchaço nas pálpebras; intolerância à luz; visão embaçada ou borrada; secreção purulenta (conjuntivite bacteriana); sensação de areia ou de ciscos nos olhos; secreção esbranquiçada (conjuntivite viral); coceira.

Sobre a Ebserh

Desde fevereiro de 2015, o HDT-UFT faz parte da Rede Ebserh. Estatal vinculada ao Ministério da Educação, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) atua na gestão de hospitais universitários federais. 

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O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do SUS, e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas. A empresa, criada em dezembro de 2011, administra atualmente 39 hospitais e é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

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Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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