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Prefeitura inaugura CAPS AD III nesta segunda

O centro ofertará atendimentos multiprofissionais 24 horas destinada às pessoas com sofrimento psicológico por uso ou abuso de álcool e drogas.

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A nova sede do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas III (CAPS AD III) destinada às pessoas com sofrimento psicológico por uso ou abuso dessas substâncias será inaugurada nesta segunda-feira, 05, às 9 horas. O prefeito Carlos Amastha e o secretário de Saúde, Nésio Fernandes, entregam à comunidade uma melhor estrutura física e atendimento 24 horas no espaço localizado na Arno 12 (Alameda dos Jatobás APM-09), ao lado da Paróquia São Judas Tadeu.

 

O CAPS AD III ofertará atendimentos multiprofissionais, sendo a equipe técnica composta por assistentes sociais, enfermeiros, farmacêutico, médicos psiquiatras, psicólogos, técnicos de enfermagem e terapeuta ocupacional, além dos servidores que atuam na administração e os auxiliares de serviços gerais.

 

Na construção foram investidos R$ 1.541.231,35 milhões, além de outros recursos para aquisição de mobiliário e equipamentos, os quais serão distribuídos num espaço de 1.033 m², composto por 41 ambientes, sendo três salas de atendimento individualizado, duas salas de atividades coletivas, uma sala para oficinas terapêuticas, um espaço de convivência, uma cozinha, uma padaria, uma refeitório, área de lazer com piscina e vestiário, quatro quartos para acolhimento noturno de usuários, entre outros espaços.

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O secretário Nésio Fernandes reitera que toda a equipe atua pela perspectiva trazida pela Política Nacional de Saúde Mental (Lei 10.216/2001) a qual assegura os direitos e a proteção das pessoas acometidas por transtornos mentais, sem qualquer forma de discriminação. Segundo ele, o equipamento conta com uma equipe multiprofissional completa, de profissionais com experiência, que participam de um plano de formação e qualificação permanente, se qualificando nos instrumentos, nas ferramentas de cuidado com os pacientes. “Palmas está sem dúvida nenhuma, se estruturando, se qualificando para ser uma referência, na América Latina, entre as capitais, no cuidado integral a atenção à saúde”, ressalta o secretário.

 

A gerente de Saúde Mental da Semus, Dhieine Caminski, reforça que conforme determinado pelo Ministério da Saúde (Portaria nº 130/2012), para cada grupo populacional de 200 a 300 mil habitantes deve haver um CAPS AD III, ou seja, a unidade de Palmas tem capacidade para suprir a demanda da Capital cuja população está estimada em torno de 279.856 habitantes.

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“O serviço funciona na modalidade ‘portas abertas’, então qualquer pessoa que precise dos atendimentos lá ofertados pode procurar o CAPS AD III espontaneamente, sem qualquer barreira ou necessidade de agendamento prévio”, ressalta a gerente.

  

Antiga Unidade

Os atendimentos do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas III (CAPS AD III) aconteciam no antigo prédio alugado, localizado na 106 Sul. Com a nova estrutura pronta, as pessoas que são dependentes químicos poderão ter acesso a um acompanhamento mais intenso, principalmente nos casos graves decorrentes do uso de drogas, evitando internações desnecessárias.

 

A unidade funcionará inclusive domingos e feriados, o Centro permitirá acolher e acompanhar usuários da rede nos momentos de maior vulnerabilidade e fazer a desintoxicação.

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Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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