CIDADES
Região da Capadócia, no Jardim Taquari em Palmas recebe doações de cestas básicas da PM e ONG Meninas de Deus
Os alimentos foram arrecadados no 1º Arraiá da Puliça Militá, evento solidário que aconteceu no dia 14 de junho.
A Polícia Militar do Tocantins em parceria com a ONG Meninas de Deus realizou na tarde desta quarta-feira, 05 de julho, a entrega de aproximadamente uma tonelada de alimentos não perecíveis para famílias carentes do setor conhecido como “Capadócia”, localizado no Jardim Taquari, região sul de Palmas.
Os alimentos foram arrecadados no “1º Arraiá da Puliça Militá”, evento solidário que aconteceu no dia 14 de junho no pátio do Quartel do Comando Geral da PM em Palmas. Com a arrecadação dos alimentos como requisito de entrada para o “Arraiá da Puliça Militá”, os mesmos foram entregues à ONG Meninas de Deus no último dia 23 de junho, no Quartel do Comando Geral da PM em Palmas, contando com a presença do subchefe do Estado Maior da PM, coronel Marcelo Falcão Soares, da equipe da Assessoria de Comunicação da PM, e das representantes da ONG, Stephany Alves, Távylla Coelho e Hallyohanna Lauren Parrião.
A ONG Meninas de Deus acompanha e ajuda famílias em situação de extrema pobreza da capital, doando cestas básicas, dando cursos de capacitação, realizando encaminhamento profissional e possibilitando que usuários de drogas possam fazer tratamento. Não possuem sede física e não está ligada a nenhuma instituição, atuam por meio de doações e voluntariado. Divulgam seu trabalho principalmente por meio das redes sociais.
As voluntárias da ONG Meninas de Deus, ficaram responsáveis pela organização das cestas básicas, com os alimentos arrecadados pela PM. O grupo já possui um cadastro de famílias da região da Capadócia, e por meio deste cadastro as cestas foram distribuídas àquelas mais necessitadas com a presença da presidente da Organização Não Governamental, Neila Rodrigues, do comandante geral da PM, coronel Glauber de Oliveira Santos, do chefe do estado maior, Edvan de Jesus Silva e demais policiais militares que prestigiaram o momento.
Segundo a presidente da ONG Meninas de Deus, Neila Rodrigues, as famílias beneficiadas às vezes só conseguem fazer uma refeição ao dia e precisam de muita ajuda, onde a instituição em muitas ocasiões não consegue suprir tal demanda. “O trabalho em conjunto com a Polícia Militar, além de poder ofertar mais uma refeição nas mesas dessas famílias, cria uma aproximação de duas realidades diferentes. No ambiente em que vivem, por exemplo, muitas crianças não se aproximam dos policiais porque foram educadas que eles só prendem, e não que eles protegem e resguardam as famílias de bem”, ressaltou Neila Rodrigues.
A senhora Regina Ventura, moradora da Capadócia, fala que não tem condições de trabalhar por um problema nos ossos, mas consegue arrumar dinheiro quando pode para a sua subsistência. “Meu problema não me permite trabalhar, então às vezes uns policiais militares, que são meus amigos e trabalham no Aureny III, me ajudam com alguns alimentos. Outras vezes, quando posso, saio vendendo geladinho. E receber esta cesta me ajuda muito, pois hoje inclusive fiz o último arroz que eu tinha e não sabia o que ia comer amanhã”, afirmou dona Regina Ventura.
A ação solidária teve uma programação especial com a presença da Banda de Música da Polícia Militar, do Grupo de Operações com Cães (GOG) da PM, realizando demonstrações das habilidades com os animais, bem como da presença do Dare – Mascote do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD).
Para o comandante geral da PM, coronel Glauber de Oliveira Santos, a ação teve um cunho solidário por ajudar às famílias carentes presentes no evento ao mesmo tempo em que empregou a filosofia de Polícia Comunitária, há tempos desenvolvida pela instituição, e que alcança bons resultados. “É muito bom ajudar e ver um sorriso, um gesto ou uma palavra de agradecimento de quem necessita de tal feito. A Polícia Militar diante de tantas ações já desenvolvidas é sempre instigada a tentar fazer sempre mais e melhorar a qualidade de vida de muitas outras famílias”, destacou o coronel Glauber.
CIDADES
Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas
Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).
Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.
“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.
O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.
Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.
Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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