ELEIÇÕES
Wanderlei Barbosa abre 29 pontos de vantagem e pode vencer já no primeiro turno
Por: Matheus Dias
Terceira rodada de pesquisa realizada pela A Executiva entre os dias 18 à 20 de agosto no Tocantins, avaliou a intenção de voto dos eleitores tocantinenses para a disputa do Governo do Estado, e constatou um crescimento do atual chefe do executivo estadual, Wanderlei Barbosa (Republicanos) no comparativo com a última pesquisa divulgada no dia 4 de agosto. O candidato a reeleição, Wanderlei Barbosa tem agora 42% das intenções de voto, e lidera a corrida pelo Palácio Araguaia. Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PL), com 13% de preferência dos eleitores.
Em terceiro lugar na disputa, aparece o ex-deputado Paulo Mourão (PT) com 7%. Considerando a margem de erro de 2,83 pontos, o petista está tecnicamente empatado com Irajá Silvestre (PSD), que aparece em quarto lugar com 6% das intenções de voto.
Ao todo, são 8 candidatos ao governo do Estado. Os nomes de Karol Chaves (PSOL), Carmen Hannud (PCO), Coronel Ricardo Macedo (PMB), Dr. Luciano do Oswaldo Cruz (DC), somados alcançaram 1% da intenções de votos.
Indecisos
Entre os eleitores entrevistados 13% se disseram indecisos sobre em quem votar, enquanto outros 10% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Por último, 8% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder à pergunta.
Rejeição
Novamente o candidato Paulo Mourão (PT) aparece como o mais rejeitado entre o eleitorado tocantinense, o petista possui 30% de rejeição. Logo após aparece Ronaldo Dimas (PL), rejeitado por 22% do eleitorado. Irajá Silvestre possui 12% de rejeição, e por último, o governador Wanderlei Barbosa aparece sendo rejeitado por 10% dos eleitores. Outros 16% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos. 10% se dizem indecisos.

Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 18/08/2022 à 20/08/2022, em 35 municípios das regiões Norte, Sul, Central e Sudeste do Estado do Tocantins, com 1.200 eleitores acima de 16 anos, respeitando as proporções de gênero, idade, escolaridade, renda e distribuição geográfica dos eleitores tocantinenses. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número TO 05915/2022 e tem como estatístico responsável Galttieri Ferreira Tavares, registrado no Conselho Regional de Estatística (CONRE) sob o número 8954.
Eleição
Juíza Edssandra Barbosa toma posse como membro titular da Corte do TRE-TO
Juíza Edssandra Barbosa da Silva Lourenço toma posse como membro titular da Corte do TRE-TO para o biênio 2026-2028, reforçando compromisso com a democracia e a transparência institucional.
A juíza Edssandra Barbosa da Silva Lourenço tomou posse na manhã desta terça-feira (10) como membro titular da Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), na classe dos magistrados. A solenidade ocorreu após a 17ª Sessão Ordinária Presencial e marcou o início do biênio 2026-2028 da magistrada no colegiado responsável por analisar e julgar assuntos relacionados à Justiça Eleitoral no estado.
Em seu discurso, a juíza ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido pela Justiça Eleitoral e a responsabilidade de contribuir para o fortalecimento do processo democrático. “A Justiça Eleitoral é uma das instituições mais respeitadas do país exatamente porque é construída diariamente por pessoas comprometidas com a legalidade, a transparência e a confiança da sociedade no processo democrático. Preservar essa confiança é uma responsabilidade que pertence a todos nós”, afirmou.
Trajetória na Justiça Eleitoral
Com trajetória consolidada em diferentes etapas da Justiça Eleitoral, a magistrada retorna à Corte Eleitoral agora como titular, após ter integrado o TRE-TO como membro substituta nos biênios 2021-2023 e 2023-2025. Durante esse período, atuou como juíza auxiliar da propaganda eleitoral nas eleições de 2022 e foi convocada para assumir a titularidade provisória da Corte durante o período mais intenso do processo eleitoral de 2024.
Durante sua fala, a magistrada destacou o simbolismo de assumir a função como a única mulher a integrar atualmente o Pleno da Corte e relembrou sua trajetória na Justiça Eleitoral, iniciada ainda na juventude, quando atuou como mesária voluntária aos 16 anos em uma seção eleitoral localizada na zona rural de Tocantinópolis, sua cidade natal.
“Hoje percebo claramente que cada etapa da minha trajetória na Justiça Eleitoral foi, de alguma forma, uma preparação para este momento. De mesária a integrante da segunda instância da Justiça Eleitoral do Tocantins, sinto-me profundamente honrada por assumir esta missão”, destacou.
Atuação e boas-vindas da Corte
Ao longo de sua carreira na magistratura, a juíza também exerceu a jurisdição eleitoral em diferentes zonas eleitorais do Tocantins, incluindo a 19ª Zona Eleitoral de Natividade. Durante sua atuação como substituta na Corte, coordenou o programa “+Mulher +Democracia”, iniciativa permanente da Justiça Eleitoral tocantinense que promove rodas de conversa em diversos municípios do estado com o objetivo de incentivar a participação feminina na política e ampliar o debate sobre igualdade de gênero.
O presidente do TRE-TO, desembargador Adolfo Amaro Mendes, deu as boas-vindas à nova integrante da Corte, destacando a experiência da magistrada e sua atuação anterior no colegiado. “A juíza Edssandra demonstrou dedicação e competência em sua atuação anterior. Agora, como titular, sua presença será essencial para os desafios que teremos nos próximos anos”, ressaltou.
O vice-presidente e corregedor, desembargador João Rodrigues Filho, assim como os demais membros do Pleno, também ressaltou a satisfação em receber a magistrada na Corte e relembrou momentos de convivência ao longo da trajetória profissional de ambos. “É exatamente para te dizer, Edssandra, que você é extremamente bem-vinda aqui, pela sua trajetória e pela sua carreira. Esses retrospectos da vida que fazemos até nos emocionam”, disse.
Transição na vaga
A vaga ocupada pela magistrada era anteriormente do juiz Marcelo Augusto Ferrari Faccioni, que deixou a Corte em fevereiro deste ano. Após sua saída, o cargo foi ocupado pelo então juiz substituto Adriano Gomes de Melo Oliveira, que posteriormente se afastou da função durante a sessão.
O magistrado explicou que decidiu deixar o cargo para evitar possível conflito de interesses, diante da possibilidade de sua esposa, advogada, atuar em campanhas políticas durante o período de sua atuação na Corte.
Texto: Guilherme Paganotto (Ascom/TRE-TO)
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