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TERCEIRO LUGAR

Tocantins registra R$ 18,8 bi de produção agropecuária em 2021

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O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) no Brasil atingiu, em 2021, R$ 1,129 trilhão, 10,1% acima do valor alcançado em 2020 (R$ 1,025 trilhão). O Tocantins se destaca no levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgado recentemente ao registrar o terceiro maior VPB da região Norte do país, com R$ 18,8 bilhões. O Estado é também o décimo segundo na produção agropecuária.

Nos últimos 10 anos o crescimento do VPB no Tocantins foi 229,5%. O principal produto responsável pelo faturamento agrícola tocantinense é a soja e no ranking brasileiro o Estado ocupa atualmente a nona posição. “O potencial agrícola do Tocantins se reafirma. Com localização estratégica, solos férteis e outros fatores positivos, estamos produzindo mais e alçando muitos mercados”, destacou o secretário da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), Jaime Café.

Os produtos com melhores resultados no VBP com total de R$ 18,8 bilhões foram: soja, R$ 9,6 bilhões; milho, R$ 1,56 bilhões; arroz, R$ 1,24 bi; carne bovina, R$ 5,1 bi.

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Brasil
No levantamento, as lavouras brasileiras somaram R$ 768,4 bilhões, o equivalente a 68% do VBP e crescimento de 12,7% na comparação com 2020; e a pecuária, R$ 360,8 bilhões (32% do VBP) e alta de 4,9%. A nota técnica do Mapa informa que o bom desempenho do agro ocorreu mesmo diante da falta de chuvas, seca e geadas em regiões produtoras.

Os produtos com melhores resultados no VBP foram: soja, R$ 366 bilhões; milho, R$ 125,2 bilhões; algodão, R$ 27,6 bilhões; arroz, R$ 20,2 bilhões; cacau, R$ 4,2 bilhões; café, R$ 42,6 bilhões; trigo, R$ 12,5 bilhões; carne bovina, R$ 150,9 bilhões; carne de frango, R$ 108,9 bilhões; e leite, R$ 51,8 bilhões. Juntos, responderam por 76% do VBP do ano passado.

Três fatores podem ser citados como impulsionadores desse crescimento – preços favoráveis, quantidades produzidas e o mercado internacional que em geral tem sido favorável para vários desses produtos. O mercado internacional e os preços foram os mais relevantes desses fatores, segundo a nota técnica.

VBP 2022
Para este ano, as perspectivas de produção do agro permanecem positivas, com valor estimado de R$ 1,162 trilhão, 2,9% acima do obtido em 2021. “Continuam boas as chances para algodão, café, milho, soja, trigo e produtos da pecuária, especialmente carnes bovina e de frango. Também não devemos ter problemas de abastecimento interno e externo, pois como mencionado as previsões são de safra elevada de grãos e oferta satisfatória de carnes”, avaliam os técnicos.

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O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária no decorrer do ano, correspondente ao faturamento dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção agrícola e pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país dos 26 maiores produtos agropecuários nacionais. O valor real da produção é obtido, descontada da inflação, pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Com informações do Mapa

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AGRONEGÓCIO

Sebrae leva inteligência de mercado e inovação à Agrotins 2026

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Em um cenário de expansão da fronteira agrícola e maior exigência por eficiência no campo, o Sebrae Tocantins estrutura sua participação na Agrotins 2026 com foco na qualificação dos pequenos negócios rurais. Com expectativa de movimentar cerca de R$ 3 bilhões, a feira, que é a maior do segmento na região norte do País, se consolida como um dos principais termômetros do agro no Estado e reforça o papel da instituição na difusão de práticas que ampliam competitividade, acesso a mercado e sustentabilidade.
Neste ano, a instituição organiza uma programação técnica distribuída ao longo da feira, com conteúdos que abordam desde inteligência de mercado até gestão e inovação no campo. A iniciativa busca aproximar o produtor rural de soluções práticas e atualizadas, capazes de impactar diretamente a produtividade e a tomada de decisão nos negócios do agro.
Entre os destaques da programação está o 1º Simpósio Taura – Eficiência na Pecuária. O momento reúne especialistas para discutir inteligência de mercado e tomada de decisão no setor, com a palestra “O jogo do mercado do boi”, ministrada por João Seba. O conteúdo dialoga diretamente com um cenário cada vez mais orientado por dados e oscilações de preços, o que exige profissionalização da atividade pecuária.
A agenda inclui ainda nomes de peso do setor produtivo e da comunicação do agro. O biólogo e influenciador Richard Rasmussen conduz a palestra sobre agronegócio, sustentabilidade e os desafios contemporâneos da produção, enquanto o analista Ronaty Makuko apresenta projeções e cenários para a pecuária de corte na safra 2026/2027.
A programação também evidencia a preocupação com diversidade e gestão. O Encontro Mulheres do Agro, com Nina Ploger, amplia o debate sobre liderança feminina no campo, enquanto o seminário “Gestão Contábil no Setor Rural”, com Fernanda Bueno, reforça a importância da profissionalização administrativa como fator decisivo para a longevidade dos negócios.
As atividades ocorrem em diferentes espaços da feira, como auditórios da Unitins, Senar e estruturas temáticas da própria Agrotins, o que amplia o alcance das capacitações e integra instituições parceiras em uma estratégia conjunta de desenvolvimento.
A atuação do Sebrae na feira vai além das palestras. A instituição consolida sua presença como agente de transformação no campo, oferece consultorias, programas de inovação e soluções tecnológicas que impactam diretamente a produtividade e a sustentabilidade das propriedades rurais. Na prática, trata-se de aproximar o pequeno produtor de ferramentas que antes estavam restritas a grandes operações.
Na avaliação do diretor do Sebrae Tocantins, Rogério Ramos, a participação na Agrotins reflete uma estratégia consistente de fortalecimento do ambiente de negócios no campo, com foco na geração de valor e na competitividade dos pequenos produtores. Segundo ele, a instituição atua para reduzir assimetrias de informação e ampliar o acesso a soluções que permitem decisões mais assertivas dentro da propriedade e na relação com o mercado.
“O que construímos aqui vai além de uma agenda de palestras. É uma jornada de transformação para o produtor rural, baseada em informação qualificada, inovação aplicada e gestão eficiente. O empreendedor precisa estar preparado para interpretar o cenário econômico, adotar tecnologias e se posicionar de forma estratégica. É assim que promovemos um agro mais competitivo, sustentável e integrado às novas demandas globais”, aposta o diretor.
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