Araguaína
Ex-vereador Léo da Saúde assume direção do Hospital Regional de Araguaína
O Governo do Tocantins nomeou Leonardo de Oliveira Toledo Silva, conhecido como Léo da Saúde, para a direção-geral do Hospital Regional de Araguaína (HRA). Servidor de carreira do SUS há mais de 20 anos, ele acumula ampla experiência na gestão da saúde pública e reúne credenciais técnicas que o qualificam para assumir o comando da unidade.
Léo participou da implantação do Hospital Geral de Palmas (HGP) e foi diretor-geral da unidade desde 2019, consolidando uma trajetória marcada pela competência administrativa e pelo compromisso com a saúde pública. Além da atuação na área da saúde, também exerceu mandato como vereador.
Agora, assume o comando do HRA, uma das principais unidades hospitalares do Tocantins, referência em atendimentos de média e alta complexidade para a região norte do estado.
CIDADES
Pregão de R$ 4,2 milhões em Gurupi fica sob questionamento no TCE após menor proposta ser desclassificada
O Tribunal de Contas do Tocantins abriu prazo para que a Secretaria Municipal de Administração de Gurupi explique a desclassificação da empresa que apresentou a menor proposta em uma licitação estimada em R$ 4,22 milhões para digitalização, tratamento, catalogação e gestão eletrônica de documentos da prefeitura.
A decisão é da conselheira Doris de Miranda Coutinho, da 5ª Relatoria, em representação apresentada pela STIMA Consultoria e Assessoria Especializada em Gestão Pública e Empresarial Ltda. A empresa afirma que foi retirada do Pregão Eletrônico nº PE/2026.020-GPI-SECAD após apresentar proposta final de R$ 1.498.920, valor bem abaixo do orçamento previsto pela administração municipal.
A controvérsia está na análise de exequibilidade da proposta. A equipe técnica do município concluiu que a empresa não comprovou condições para executar o contrato pelo preço ofertado. Com base nessa manifestação, o pregoeiro desclassificou a STIMA, e a decisão foi mantida na fase de recurso administrativo.
Na representação, a empresa sustenta que a prefeitura teria exigido documentos que não estavam previstos no edital, como contratos de software, folhas de pagamento, licenças de plataforma, comprovantes de hospedagem, segurança e backup. Também afirma que não houve nova diligência para esclarecer pontos sobre mão de obra, tributação, logística, equipamentos e custos operacionais.
A relatora não suspendeu o pregão neste primeiro momento, mas considerou necessário aprofundar a análise. Para ela, o ponto central é verificar se a desclassificação decorreu de exigências compatíveis com o edital e se a negativa de nova diligência foi proporcional.
O secretário municipal de Administração, Diego Avelino Milhomens Nogueira, foi citado para apresentar defesa em 15 dias. Ele também deverá enviar ao TCE cópia da fase competitiva do pregão, a decisão do pregoeiro, a ata da sessão, registros da plataforma, recurso administrativo, decisão de julgamento e informações sobre o estágio atual do certame.
A conselheira também pediu a qualificação do pregoeiro que atuou no processo, já que essa informação não constava nos documentos registrados no sistema do tribunal. Após a manifestação do gestor, o processo será encaminhado à área técnica do TCE, que poderá analisar novamente o pedido de medida cautelar.
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