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Saúde atualiza lista de comorbidades e deficiências previstas em calendário vacinal

Pessoas com doenças cardiovasculares e renais com mais de 50 anos são o principal público.

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O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 especifica condições consideradas deficiências permanentes. A Lei Federal N° 13.146/2015 considera pessoa com deficiência permanente aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Já as pessoas com comorbidades têm alguma doença ou agravo prévio, tornando-as mais vulneráveis às complicações da Covid-19 e estão mais sujeitas a terem um sistema imunológico mais frágil e desenvolver outras doenças. (continua abaixo)

Nesta quarta-feira, 12, a Secretaria da Saúde (Semus) anunciou a ampliação da vacinação para este público que já vinha sendo imunizado desde a última semana na Capital. Essa e outras medidas anunciadas (link matéria) atendem recomendação do Ministério da Saúde e os novos públicos estão sendo vacinados desde a manhã desta quinta-feira, 13.

Idade

A Semus lembra que, nesta quinta-feira, foi ampliada a idade das comorbidades para a partir de 53 anos, pessoas com deficiência permanente acima de 18 anos de idade, e pessoas imunossuprimidas, também acima de 18 anos. Já na sexta, 14, poderão se vacinar pacientes com comorbidades acima de 50 anos. Confira aqui a 6ª Edição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, o documento passa por constante atualização, de acordo com a chegada de imunobiológico e ampliação do público-alvo.

A jornalista Lorena Karlla Barros Vieira Mascarenhas é uma das contempladas com a nova ampliação, já que está incluída no público com comorbidade. Ela se vacinou nesta quinta-feira, 13. “A sensação é de esperança, de fé que vamos superar este momento. Desejo que todos, em breve, possam também receber este benefício. Que muitos filhos possam sorrir e celebrar como os meus”, comemorou Lorena Karlla, paciente atendida na Unidade de Saúde Francisco Júnior, na Arso 41 (403 Sul).

Veja abaixo a lista atualizada de comorbidades e deficiências permanentes após a ampliação

• Pessoas com Síndrome de Down, a partir de 18 anos;

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• Pessoas com uso recente de imunoglobulinas, a partir de 18 anos — com, pelo menos, um mês de intervalo entre a administração da imunoglobulina e a vacina, de forma a não interferir na resposta imunológica;

• Pessoas em uso de Antiagregantes Plaquetários e Anticoagulantes Orais, a partir de 18 anos — por cautela, a vacina pode ser administrada o mais longe possível da última dose do anticoagulante direto);

• Portadores de Doenças Reumáticas Imunomediadas (DRIM) — a vacinação em pacientes com DRIM deve ser individualizada, levando em consideração a faixa etária, a doença reumática autoimune de base, os graus de atividade e imunossupressão, além das comorbidades, recomendando-se que seja feita preferencialmente sob orientação de médico especialista;

• Pacientes oncológicos, transplantados e demais pacientes imunossuprimidos, a partir de 18 anos – Imunossuprimidos são indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas;

• Doença de Chron, a partir de 18 anos;

• Síndrome de Cushing, a partir de 18 anos;

• Lúpus eritematoso sistêmico, a partir de 18 anos;

• Imunodeficiência primária com predominância de defeitos de anticorpos, a partir de 18 anos;

• Pneumopatias crônicas graves, a partir de 18 anos – Indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática);

• Doenças que causam deficiências intelectuais e/ou motoras e cognitivas como a Síndrome Cornélia de Lange, a partir de 18 anos;

• Doença de Huntington, a partir de 18 anos;

• Doenças raras como anemia falciforme e talassemia maior, a partir de 18 anos;

• Doença renal crônica, a partir de 18 anos;

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• Diabetes mellitus Tipo 1, Tipo 2 ou Gestacional, a partir de 50 anos;

• Trombofilia (para gestantes);

• Hipertensão arterial, a partir de 50 anos;

• Doenças cardiovasculares, a partir de 50 anos – Insuficiência cardíaca (IC) IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association;

• Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar, a partir de 50 anos – Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária;

• Cardiopatia hipertensiva, a partir de 50 anos – Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo);

• Síndromes coronarianas, a partir de 50 anos – Síndromes coronarianas crônicas (Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras);

• Valvopatias, a partir de 50 anos – Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras);

• Miocardiopatias e Pericardiopatias, a partir de 50 anos- Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática;

• Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas, a partir de 50 anos – Aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos;

• Arritmias cardíacas, a partir de 50 anos – Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras);

• Cardiopatias congênitas no adulto, a partir de 50 anos – Cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico;

• Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados, a partir de 50 anos – Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência);

• Doença cerebrovascular, a partir de 50 anos – Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular;

• Obesidade mórbida, a partir de 50 anos – Índice de massa corpórea (IMC) ≥ 40;

• Cirrose hepática. a partir de 50 anos – Cirrose hepática Child-Pugh A, B ou C.

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Após quase 20 anos de espera, obra histórica transforma acesso dos moradores à região norte de Palmas

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Neste mês de maio, em que Palmas celebra 37 anos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom), apresenta uma série de três matérias especiais sobre obras e ações que estão transformando as regiões norte, sul e o distrito de Taquaruçu, atendendo demandas históricas da população em pouco mais de um ano de gestão. Nesta quinta-feira, 14, as equipes de Jornalismo e Redes Sociais da Secom, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Habitação, mostram as melhorias realizadas na região norte da Capital com a requalificação da ligação entre a Avenida NS-15 e os bairros da região. A obra solucionou antigos problemas de acesso enfrentados pela comunidade após quase duas décadas de reivindicações. Confira os detalhes dessas histórias também nos perfis das redes sociais da Prefeitura de Palmas (@cidadepalmas).

Cerca de 15 mil pessoas vivem na localidade, entre eles o jardineiro Thayllor Mendes, morador do Setor Fumaça, que utiliza o trecho diariamente, seja de bicicleta ou a pé até o ponto de ônibus, e tem sentido a diferença do investimento da gestão no local.

“Essa obra mudou completamente a nossa rotina. Foram muitos anos de sofrimento, convivendo com poeira, lama e insegurança. A ponte era estreita e perigosa, a gente precisava esperar os carros passarem para conseguir atravessar. Hoje posso andar de bicicleta com tranquilidade, porque tem ciclovia e está bem iluminado e o trecho organizado com sinalização. Quem mora aqui sente que finalmente está sendo valorizado”, destacou.

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O novo corredor viário agora oferece deslocamento seguro e mais fluidez no trânsito, com via duplicada, pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), iluminação pública em LED, ciclovia, calçadas acessíveis e sinalização completa. O trecho é considerado estratégico por garantir acesso a mais de 20 setores da região norte, além de condomínios residenciais, chácaras e áreas de mineração.

Sonho realizado
Para o presidente da Associação Comunitária Sonho Meu, Raimundo Araújo, a modernização do acesso representa a concretização de uma luta histórica da comunidade. “Hoje vivemos um sonho realizado, com essa obra histórica. Foram anos de reivindicações e promessas que nunca saíam do papel. Antes, esse acesso colocava vidas em risco diariamente, com acidentes frequentes e moradores dividindo espaço com veículos pesados. Era muito triste ver crianças caminhando para a escola no meio daquele movimento. Hoje temos uma estrutura digna e moderna e mais dignidade para a nossa região”, afirmou.
A transformação também impacta diretamente o desenvolvimento econômico local. Proprietário de uma empresa do setor de aço e ferragem instalada às margens da nova avenida, o empresário Ismar Francisco relata que a obra impulsionou o crescimento dos negócios e valorizou toda a área comercial.
“Antes da duplicação, nossa empresa praticamente ficava escondida no fundo do terreno. A poeira era constante e dificultava até o atendimento aos clientes. Depois da obra, tudo mudou. Hoje temos acesso seguro e visibilidade e oferecemos mais conforto aos nossos clientes. O comércio da região começou a crescer rapidamente. Antes eu era o único comerciante aqui na entrada do córrego Água Fria, agora já somos quatro empresas funcionando no entorno. Minha filha inclusive abriu uma franquia de doces ao lado. Esse desenvolvimento é reflexo direto dos investimentos realizados pela Prefeitura nessa região”, ressaltou.

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Infraestrutura completa
Com investimento superior a R$ 6 milhões, a obra contemplou a construção de bueiro triplo celular, pavimentação asfáltica da avenida duplicada, instalação de defensas metálicas, implantação de iluminação pública, ciclovia, calçadas acessíveis e toda a sinalização viária, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade urbana da região.

Formação da região
A região localizada ao norte do córrego Água Fria foi definida, ainda no plano original de Palmas, como área destinada à expansão urbana da Capital. A ocupação dos bairros no entorno do córrego começou a se intensificar no início dos anos 2000, em um processo marcado pelo parcelamento informal de chácaras que predominavam na localidade.
A partir desse movimento, surgiram comunidades como Água Fria, Sonho Meu, Fumaça, Diamante, Água Boa, Araras, São Francisco, Jaú, Sião, Luar do Sertão e Mirante. Inicialmente conhecidos por denominações populares e informais, esses bairros ganharam reconhecimento ao longo dos anos, impulsionados pelo crescimento populacional, pela expansão urbana e pela consolidação da região como uma importante área residencial da zona norte de Palmas.

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