Eleições 2026
Em Aurora, prefeito une atuais e ex-vereadores, ex-prefeitos e lideranças em apoio a Vicentinho, Amélio e Alexandre
Em uma demonstração de força e união em prol da aliança PSDB/MDB nas eleições de outubro deste ano, o prefeito de Aurora, Edson Neiva, reforçou o apoio e uniu atuais e ex-vereadores, ex-prefeitos e demais lideranças do município. Todos manifestaram apoio à pré-candidatura de Vicentinho Júnior ao governo do Estado, de Amélio Cayres a vice-governador e de Alexandre Guimarães ao Senado.
Além do reforço de Edson Neiva, foram anunciadas as adesões do vice-prefeito Domingos de Deraldo e dos vereadores Vilmar Bodão, Ellian Rodrigues, Fernandes da Vila e Josivan Rodrigues. Também garantiram apoio os ex-prefeitos Dional, Aloilson Caçula e a ex-vice-prefeita Tia Eunice.

“Saio da minha Aurora com o coração cheio de gratidão. A demonstração de apoio que recebemos é motivo de orgulho e, acima de tudo, de responsabilidade e reforço no compromisso. Seguiremos ouvindo as pessoas e trabalhando para que todas as regiões do Tocantins sejam valorizadas”, afirmou Vicentinho Júnior, que desde quarta-feira, dia 10 cumpre agenda em municípios das regiões Sul e Sudeste do Tocantins.
Recursos
Em Aurora, Vicentinho, como é tradição, apresentou ao prefeito Edson Neiva ofícios com garantia dos últimos recursos viabilizados em benefício ao município.
Foram R$ 500 mil para a saúde e outros R$ 980 mil para pavimentação urbana, somando R$ 1,480 milhão. Na cidade, Vicentinho já destinou R$ 7.099.152,26.
ELEIÇÕES 2026
A vaga que Carlesse liberou
A desistência de Mauro Carlesse da disputa pelo Senado tira peso da chapa que o PSD tenta montar para 2026. Com três nomes majoritários no mesmo campo — Laurez Moreira ao governo, Irajá à reeleição e Carlesse ao Senado — sobrava pouco espaço real para uma composição mais ampla.
Quem ganha com a saída é o PT. O partido discutia a entrada na aliança, mas não queria ser limitado apenas à vaga de vice. A prioridade petista sempre passou pela possibilidade de ocupar uma cadeira na disputa ao Senado, com nomes como Kátia Abreu ou Paulo Mourão. Sem Carlesse, essa negociação fica mais viável.
Laurez também ganha margem de articulação. A ausência de Carlesse reduz o custo interno da chapa e permite ao PSD negociar com o PT sem precisar pedir que o partido aceite apenas uma posição secundária. A vaga de vice continua na mesa, mas, para os petistas, ela pode ser complemento — não necessariamente o centro do acordo.
A decisão de Carlesse, portanto, não fortalece a oposição por si só. O que ela faz é abrir espaço político. Sem três nomes do PSD disputando a majoritária, a aliança com o PT deixa de depender apenas de boa vontade e passa a ter uma vaga concreta para negociação.
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