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Arraíá

Instituto Pizada na Butina leva Arraíá para as Escolas de Palmas

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Nesta temporada de festas juninas o Instituto Pizada da Butina vem com uma novidade, o projeto Educacional Pedagógico Junino – Arraiá São João Vem de Berço, que realizará a produção dos arraiás dentro das unidades escolares de Palmas-TO.

O objetivo do projeto é promover a participação dos alunos da rede municipal de ensino de forma pedagógica relativos a tradição de festas juninas, desenvolvendo habilidades linguísticas, expressão corporal e musicalidade, a interação com a comunidade escolar.

Para o idealizador do Projeto Whallas Furtado, o mês de junho é marcado por festas juninas que acontecem em todo o Brasil e aqui no Tocantins não é diferente esses festejos juninos enfatizam diferentes culturas, e diversidades, nessa perspectiva, mais do que fazer parte do calendário escolar, a realização da festa junina na escola é um elemento pedagógico importante para a formação dos estudantes”. Disse.

A Diretora da Escola de Tempo Integral Eurídice Ferreira de Mello, Cícera Ribeiro Ferreira Mora Soares diz que participar da festa junina não é só colocar um traje caipira, dançar quadrilha e se esbaldar nas comidas típicas. A festança é uma fonte de contato com elementos históricos, religiosos e mitológicos. É uma manifestação cultural que se relaciona a questões sociais e culturais das regiões brasileiras. Por isso, além de ser uma atividade lúdica, a festa junina será utilizada como um elemento pedagógico, ou seja, como um trabalho interdiciplinar, os professores desenvolverão conteúdos educativos que se relacionam à temática.

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Neste mês de junho, o projeto estará em onze (11) unidades educacionais de Palmas – TO, fornecendo estrutura de decoração, som, palco, barracas, tendas, iluminação entre outro serviços que dará condições dessas escolas fazer verdadeiras festas para comunidade, além dessa estrutura o projeto levará shows artisticos com cantores que tradicionalmente embalam as noites juninas no Tocantins como: Karollina do Cerrado, Renata Alves, Nadyanna Oliveira, Leandro Silva e Banda Pegar de Jeito.

Segue abaixo o Calendário completo das onze (11) edições:

01 de Junho – ETI EURIDICE FERREIRA DE MELLO

02 de Junho – MILITAR DUQUE DE CAXIAS / ESC MUN CRISPIM PEREIRA ALENCAR

03 de Junho – ESCOLA MUN. THIAGO BARBOSA

03 de Junho – ETI CAROLINE CAMPELO CRUZ DA SILVA

07 de Junho – ETI SANTA BARBARA

10 de Junho – CMEI PARAISO INFANTIL

16 de Junho – ETI MONSENHOR PEDRO PEREIRA PIAGEM

17 de Junho – ETI Pe JOSIMO TAVARES

17 de Junho – ESCOLA MUN. BEATRIZ RODRIGUES DA SILVA

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23 de Junho – ETI ANÍSIO SPNOLA TEXEIRA

29 de Junho – ETI LUIZ GONZAGA

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Apagões em Palmas chegam ao Ministério Público após afetarem escolas e feiras; Energisa é investigada

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As sucessivas quedas de energia registradas em Palmas nos últimos dois meses levaram o Ministério Público do Tocantins a abrir uma investigação para apurar a qualidade do serviço prestado pela Energisa Tocantins. A portaria de instauração do inquérito civil público foi publicada nesta quinta-feira (28) e aponta indícios de falhas que teriam afetado consumidores, escolas públicas e atividades econômicas da capital.

Na investigação, o promotor Paulo Alexandre Rodrigues de Siqueira afirma que foram registradas reclamações recorrentes sobre interrupções e oscilações no fornecimento de energia elétrica em diferentes regiões da cidade. O documento menciona paralisação de atividades em feiras cobertas, suspensão de aulas em unidades das redes municipal e estadual de ensino e prejuízos causados por danos a equipamentos eletrodomésticos.

O Ministério Público também cita possíveis falhas na manutenção preventiva e corretiva da rede de distribuição. Segundo a portaria, há indícios de que indicadores de continuidade do serviço, medidos pelos índices de duração e frequência das interrupções de energia, possam ter ultrapassado os limites estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

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A investigação vai apurar ainda a demora no restabelecimento do fornecimento após interrupções, a lentidão para ligação de novas unidades consumidoras, a eficiência dos canais de atendimento da concessionária e os procedimentos adotados para ressarcimento de consumidores que tiveram aparelhos danificados por oscilações na rede elétrica.

Como primeiras medidas, o Ministério Público determinou o envio de ofícios à Energisa, à Aneel, aos órgãos de defesa do consumidor e às secretarias municipal e estadual de Educação. A concessionária terá prazo de 15 dias para apresentar esclarecimentos sobre as causas das interrupções registradas nos últimos dois meses, além de encaminhar relatórios técnicos sobre os indicadores de qualidade do serviço em Palmas.

A Aneel e a agência reguladora responsável pela fiscalização do setor no Estado deverão informar se existem procedimentos de fiscalização ou autuações relacionados à qualidade do fornecimento de energia na capital. Já os Procons municipal e estadual foram acionados para encaminhar dados sobre reclamações envolvendo oscilações de energia, queima de equipamentos, demora no restabelecimento do serviço e atendimento aos consumidores.

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O Ministério Público também requisitou informações às redes municipal e estadual de ensino e à associação dos feirantes das feiras cobertas para levantar os prejuízos registrados durante os episódios de interrupção do fornecimento.

O inquérito civil busca verificar se houve violação aos direitos dos consumidores e eventual descumprimento das normas que regulam a prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica.

Em nota, a Energisa reforçou que atua em conformidade com as normas e diretrizes do setor elétrico, sob regulação e fiscalização permanente da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

A concessionária afirmou ainda que mantém compromisso com a transparência, a responsabilidade e a melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados à população de Palmas, colaborando de forma técnica e institucional com os órgãos competentes sempre que necessário.

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